ONU confirma 2015 como o ano mais quente da história
Especialistas britânicos já alertaram que 2016 será ainda mais quente
Internacional|Do R7

A ONU (Organização das Nações Unidas) confirmou que 2015 entrará para a história como o ano mais quente já registrado. Usando dados de entidade oficiais dos Estados Unidos, a OMM (Organização Meteorológica Mundial) indicou nesta sexta-feira (18), que as temperaturas até o final de novembro estiveram 0,87ºC acima da média do século 20 e supera o recorde de 2014.
Para que 2015 não receba o título de ano mais quente da história só mesmo se uma anomalia fosse registrada.
Dezembro teria de ser o mês mais frio desde 1916 para que a média fosse reduzida, o que não parece ser o caso diante de uma Europa sem neve e, no sul da França, bares ainda com suas mesas na calçada em pleno inverno.
Obama agradece a Dilma pela atuação do Brasil na COP-21
Pela segunda vez na história, Pequim emite alerta vermelho por poluição
Segundo os dados, novembro foi um mês especialmente quente e bateu o recorde para esse período do ano desde que os registros começaram, em 1880. O mês teve temperaturas 0,97ºC acima da média do século 20.
Novembro ainda foi o sétimo mês consecutivo de quebra de recordes mensais.
O que também surpreendeu a OMM foi a elevação das temperaturas do mar. No mês passado, ela ficou 1,51ºC acima da média do século 20. O último recorde havia sido registrado em 2013, quando a elevação foi de apenas 0,13ºC
Na quinta-feira (17), os serviços de meteorologia do Reino Unido já avisaram: 2016 vai ser ainda mais quente que 2015.
El Niño deve ganhar força e se tornar o mais forte já registrado, diz ONU
Um dos principais problemas causados pelo aquecimento global é o derretimento das calotas polares e, consequentemente, o aumento no nível das águas dos oceanos. Esse aumento poderá afetar diversas grandes cidades do mundo, incluindo o Rio de Janeiro ...
Um dos principais problemas causados pelo aquecimento global é o derretimento das calotas polares e, consequentemente, o aumento no nível das águas dos oceanos. Esse aumento poderá afetar diversas grandes cidades do mundo, incluindo o Rio de Janeiro (foto), até o fim do século, de acordo com cientistas do Climate Central, organização que faz e publica estudos sobre meio ambiente e mudanças climáticas. Veja mais imagens a seguir





























