Internacional Países da União Europeia pedem que seus cidadãos se abstenham de lutar na Ucrânia

Países da União Europeia pedem que seus cidadãos se abstenham de lutar na Ucrânia

Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Holanda, Itália e Luxemburgo desincentivaram europeus a se deslocar até a guerra

AFP
União Europeia apoia Ucrânia implementando duras sanções econômicas contra a Rússia

União Europeia apoia Ucrânia implementando duras sanções econômicas contra a Rússia

Frederick Florin/AFP - 8.3.2022

Sete países da União Europeia, entre eles França, Alemanha, Itália e Espanha, pediram nesta segunda-feira (28) a seus cidadãos que não se ofereçam como voluntários para ajudar a Ucrânia a combater a invasão russa, em uma declaração de seus ministros da Justiça.

Os ministros desses sete países-membros da União Europeia "foram unânimes em desincentivar os europeus a se juntarem" às fileiras de combatentes voluntários, segundo um comunicado emitido após a reunião do chamado Grupo Vendôme, publicado pelo ministério belga.

O presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, anunciou no fim de fevereiro a criação de uma "legião internacional" para apoiar o Exército de seu país contra a Rússia.

O grupo Vendôme reúne os ministros da Justiça de Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Holanda, Itália e Luxemburgo.

No início de março, o Ministério das Relações Exteriores ucraniano disse que cerca de 20 mil combatentes estrangeiros, principalmente de países europeus, tinham se oferecido como voluntários para lutar contra a Rússia.

"Evidentemente, desaconselhamos as pessoas a ir para um cenário de guerra", disse, por sua vez, o ministro do Interior da França, Gérald Darmanin, após uma reunião com seus homólogos europeus em Bruxelas.

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