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Internacional Reino Unido aplicou 1ª dose da vacina em 3 de cada 4 adultos

Reino Unido aplicou 1ª dose da vacina em 3 de cada 4 adultos

Em seis meses de campanha de vacinação, 75,2% dos maiores de 18 anos no país receberam uma dose do imunizante contra covid-19

Reino Unido aplicou 1ª dose da vacina em 75,2% da população com mais de 18 anos

Reino Unido aplicou 1ª dose da vacina em 75,2% da população com mais de 18 anos

EFE/EPA/ANDY RAIN

Três em cada quatro adultos do Reino Unido já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, segundo confirmou nesta quarta-feira (2) o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock.

Um total de 39.585.665 pessoas foram vacinadas com a primeira das duas doses desde o início do programa de imunização, há quase seis meses, o equivalente a 75,2% dos maiores de 18 anos.

A notícia é divulgada um dia depois que o Reino Unido não registrou nenhuma morte por Covid-19 desde o início da pandemia do coronavírus, há mais de um ano.

Por região, 2.152.709 doses foram administradas no País de Gales, representando 85,3% da população adulta, uma porcentagem muito maior do que no resto dos territórios britânicos.

No caso da Inglaterra, 33.085.145 pessoas foram vacinadas com a primeira dose (74,7% dos adultos); enquanto na Escócia os vacinados chegaram a 3.286.261 (74,1%), e na Irlanda do Norte a 1.061.550 pessoas (73,1%).

Os números divulgados nesta quarta-feira pelas autoridades de saúde das quatro regiões mostram também que 49,5% dos adultos no Reino Unido já receberam as duas doses.

Em palestra no Instituto Jenner, em Oxford, onde foi desenvolvida a vacina AstraZeneca, Hancock destacou o importante trabalho do Serviço Nacional de Saúde (NHS) no sucesso do plano de imunização e os esforços dos cientistas em encontrar um imunizante para ajudar no combate à pandemia.

O ministro britânico ressaltou que, em março de 2020, o governo apoiou diversos projetos científicos, tanto para o desenvolvimento de medicamentos para o tratamento da Covid-19 como de uma vacina.

Hancock também revelou que havia sido informado, quando a pandemia estourou, que demoraria cinco anos para desenvolver um imunizante, mas que as autoridades ainda assim investiram nos estudos.

"Lembro-me especificamente de um professor tímido me respondendo quando perguntei com que rapidez isso poderia ser feito. Ele disse que, se tudo corresse bem, o que mais poderíamos esperar era entre 12 e 18 meses", lembrou o ministro britânico.

Hancock também destacou que o programa de imunização foi lançado priorizando as pessoas mais vulneráveis.

"Quer seja o primeiro-ministro, um jogador de futebol da primeira divisão ou o futuro rei da Inglaterra, tem de esperar sua vez, como todos os outros", ressaltou.

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