Internacional Rússia anuncia sanções contra Joe Biden, Justin Trudeau e outras autoridades dos EUA e Canadá

Rússia anuncia sanções contra Joe Biden, Justin Trudeau e outras autoridades dos EUA e Canadá

Autoridades do país dizem que medida é "consequência inevitável" do tratamento "russofóbico" do governo americano

AFP
Russos, incluindo Vladimir Putin, sofreram duras sanções econômicas do Ocidente

Russos, incluindo Vladimir Putin, sofreram duras sanções econômicas do Ocidente

Mikhail Klimentyev/Sputnik/AFP - 15.03.2022

A Rússia anunciou nesta terça-feira (15) sanções contra o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, vários altos funcionários americanos, incluindo o secretário de Estado Antony Blinken, e o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, em resposta às medidas punitivas de Washington contra Moscou pela situação na Ucrânia.

Essa medida "é a consequência inevitável do caminho extremamente russofóbico que o atual governo americano está seguindo", disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia em comunicado.

No total, 13 personalidades americanas são alvo dessas sanções, cuja natureza exata não foi especificada.

Em resposta à intervenção militar da Rússia na Ucrânia, os Estados Unidos proibiram a entrada do presidente russo Vladimir Putin e de seu ministro das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, e implementaram uma série de sanções econômicas.

A Rússia também pôs o presidente do Estado-Maior Conjunto, Mark Milley, o conselheiro de segurança nacional Jake Sullivan, o diretor da CIA William Burns e a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, em sua lista de sanções.

A Rússia também proíbe a entrada do filho de Biden, Hunter, e da ex-secretária de Estado e ex-candidata presidencial democrata Hillary Clinton.

Em uma declaração separada, o ministério russo anunciou que havia imposto sanções contra 313 canadenses, incluindo Trudeau e vários de seus ministros.

O Ministério das Relações Exteriores advertiu que a Rússia em breve anunciará sanções contra funcionários, militares, legisladores, empresários e figuras da mídia dos Estados Unidos consideradas "russofóbicas".

A diplomacia russa assegurou que mantém "relações oficiais [com os Estados Unidos], quando isso coincide com nosso interesse nacional".

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