Internacional Sobe para 11 o número de mortos por inundações no centro da Itália

Sobe para 11 o número de mortos por inundações no centro da Itália

Um menino de 8 anos que viajava no carro com sua mãe, que está hospitalizada, e uma outra mulher de 56 anos ainda seguem desaparecidos

Agência EFE
Mau tempo continua a castigar região

Mau tempo continua a castigar região

O número de mortos nas inundações que afetaram a região de Marche, no centro da Itália, na noite de quinta-feira (15), subiu para 11 neste sábado (17), depois que o corpo de uma das três pessoas desaparecidas foi recuperado.

Um menino de 8 anos que viajava no carro com sua mãe, que está hospitalizada, quando a enchente do rio os atingiu na província de Senigallia, e uma outra mulher de 56 anos seguem desaparecidos.

O mau tempo não dá trégua na região, onde continua a chover incessantemente. O município de Senigallia alertou seus cidadãos para não saírem de casa e se refugiarem nos andares mais altos, bem como decretou o fechamento de todas as atividades comerciais nas áreas inundadas.

Apesar do tempo ruim, bombeiros, equipes de resgate de montanha e voluntários da Proteção Civil continuam a procurar as duas pessoas que ainda estão desaparecidas e a ajudar as várias centenas de pessoas que tiveram de abandonar suas casas.

Também foi relatado que nas últimas horas o abastecimento de água que havia sido cortado em muitas dessas cidades foi retomado.

O primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, visitou na sexta-feira (16) as áreas afetadas e manifestou solidariedade às populações, além de ter anunciado a declaração do estado de emergência e da chegada dos primeiros 5 milhões de euros em ajudas. "É um desastre. Faremos todo o possível", declarou Draghi durante uma visita a Pianello di Ostra, a cidade que registrou mais danos e quatro vítimas.

Na província de Ancona caíram 400 mm de chuva em duas ou três horas, metade do que chove em um ano na região. “Foi um evento extremamente intenso. Provavelmente o calor desses dias, colidindo com uma célula de ar frio, causou fenômenos tão violentos", explicaram os especialistas.

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