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Internacional Uruguai: Vacinas reduziram mortes e internações em mais de 90%

Uruguai: Vacinas reduziram mortes e internações em mais de 90%

Relatório do governo uruguaio foi feito com base em estudos sobre efeitos das vacinas da Pfizer e Coronavac

Reuters
Mais de 52% dos uruguaios já receberam pelo menos uma dose de vacina anticovid

Mais de 52% dos uruguaios já receberam pelo menos uma dose de vacina anticovid

Mariana Greif / Reuters - Arquivo

As internações em terapia intensiva e mortes por covid-19 foram reduzidas em mais de 90% na população geral do Uruguai que tomou as duas doses das vacinas CoronaVac e Pfizer, indicou um relatório divulgado pelo governo nesta terça-feira (8).

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O país, que tem 3,5 milhões de habitantes, tem conduzido uma bem sucedida campanha de vacinação, que o coloca junto ao Chile na vanguarda na América do Sul. Ainda assim, os uruguaios atravessam uma forte onda de contágios, que situam o país entre os primeiros do mundo em número de mortes por milhão de habitantes.

Segundo dados do Ministério da Saúde Pública, quase 52% da população recebeu uma dose da vacina contra a covid-19 e 29% foi imunizada com as duas doses do imunizante até o dia 1 de junho. Os resultados do relatório incluem as pessoas vacinadas com ambas as doses, depois de mais de 14 dias após a aplicação da última.

Sobre a vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, o estudo mostrou que "em todos os subgrupos analisados a porcentagem de eficácia para reduzir casos incidentes supera os 61%; a redução de entrada nas unidades de terapia intensiva (UTIs) é acima de 92%, e a de redução de mortes pela doença passa de 95%".

Os subgrupos para a CoronaVac correspondem às populações entre 18 e 49 anos de idade, e entre 50 e 69 anos.

Em relação à vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech, o documento acrescenta que "a porcentagem de eficácia para reduzir casos incidentes supera os 78%, em reduzir admissões na UTI passa de 94% e de evitar mortes supera os 94%". O imunizante da Pflzer foi destinado a pessoas com 80 anos ou mais, e aos profissionais de saúde.

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