Jornal Opção No mês da conscientização sobre infertilidade, especialistas alertam sobre as formas de prevenção

No mês da conscientização sobre infertilidade, especialistas alertam sobre as formas de prevenção

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Segundo a OMS, cerca de 8 milhões de brasileiros sofrem de infertilidade

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Foto: Reprodução

Em junho, é comemorado o Mês Mundial de Conscientização da Infertilidade. No Brasil, cerca de 8 milhões de pessoas sofrem de infertilidade, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Especialistas afirmam que a investigação da infertilidade deve ser realizada sempre no homem e na mulher.  “É preciso avaliar as condições reprodutivas de cada parceiro para fazer um diagnóstico preciso das causas da infertilidade e indicar o tratamento mais adequado”.

Segundo os médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes, do Instituto Verhum, em Brasília, é cada vez mais comum a busca de ajuda médica especializada por casais que estão tentando ter filhos. Eles ressaltam que, com o avanço da medicina, diversas técnicas de reprodução assistida têm sido usadas com sucesso.

Os profissionais alertam que “praticar atividade física regularmente, ter uma vida sexual saudável com uma frequência de três relações por semana, evitar o uso de certos lubrificantes vaginais (algumas substâncias podem prejudicar a motilidade dos espermatozoides), saber o período fértil da mulher, evitar bebidas alcoólicas em excesso e não fumar são algumas das recomendações para otimizar a fertilidade e aumentar as chances de uma gravidez natural”.

Outro ponto levantado pelos médicos é a questão do peso: “A obesidade pode causar alterações hormonais que prejudicam a ovulação e a produção de espermatozoides, além disso, pode ser um fator de risco para o abortamento e para o parto pré-maturo e outras complicações durante uma gravidez”. Na mulher, a magreza excessiva também pode comprometer a fertilidade, pois afeta a produção de estrogênio. “Manter-se no peso adequado é o ideal para a saúde reprodutiva”, lembra.

Jean Pierre Barguil Brasileiro alerta, ainda, para outro aspecto de extrema importância, a prática de sexo seguro: “As Doenças Sexualmente Transmissíveis podem comprometer o aparelho reprodutor e afetar a fertilidade do homem e da mulher”, esclarece.

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