Presidente de Federação diz que distribuição de bolsas para atletas está mais transparente

Thiago Pereira, presidente da Federação Goiana de Karatê e Interestilos (FGKI) rebateu declaração do deputado Vinícius Cirqueira (Pros) de que escolha de atletas teria influência política O post Presidente de Federação diz que distribuição de bolsas para atletas está mais transparente apareceu primeiro em Jornal Opção.

Thiago Pereira, presidente da Federação Goiana de Karatê e Interestilos (FGKI) rebateu declaração do deputado Vinícius Cirqueira (Pros) de que escolha de atletas teria influência política
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Foto: Reprodução

Conforme mostrado pelo Jornal Opção, o secretário de Esporte do governo Caiado, Rafael Rahif, participou de uma sabatina na tarde da última segunda-feira, 16, na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). O secretário foi convocado a comparecer ao Parlamento graças a um requerimento apresentado pelo deputado Vinícius Cirqueira (Pros).

Durante o encontro, um dos pontos questionados por Cirqueira foi o fato de algumas federações fazerem “indicações políticas” para bolsas no Programa de Apoio ao Atleta de Rendimento (Pró-Atleta). O comentário resultou em certa insatisfação por parte dos representantes.

Na manhã desta terça-feira, 17, a reportagem conversou com o presidente da Federação Goiana de Karatê Interestilos (FGKI), Thiago Pereira Tavares. Thiago esclareceu que durante anos a federação não entendia os critérios utilizados para distribuição do benefício. “Era feito de forma obscura. Não sabíamos, ao certo, como tudo acontecia. Por isso, esses comentários começaram a surgir”.

No entanto, o presidente destacou que este ano “as coisas começaram a mudar”. “Estou na presidência da federação desde 2015. Este é o ano de maior participação da federação junto a Secretaria de Esporte. Já fomos chamados para reuniões e debates sobre este assunto. Vejo tudo acontecendo de maneira mais transparente e igualitária”, enfatizou.

Segundo Tavares, a secretaria tem repassado às federações os requisitos que devem ser preenchidos pelos atletas. “São questões relacionadas a idade, documentação e outros pré-requisitos. Depois nós enviamos o currículo de cada um para que o histórico também seja avaliado”, explica. Para ele, a proposta da Pasta é estreitar os vínculos com as federações e dar mais transparência às ações. “A nossa expectativa é de que tudo continue melhorando”, pontuou.

O que diz a Pasta

Diante dos questionamentos feitos pelo parlamentar, Rahif explicou que as federações são tidas como parceiras da secretaria de Esporte. “Seguimos todos os critérios determinados pela legislação, mas não podemos ignorar os critérios técnicos, o desempenho dos atletas nas competições”, disse.

E acrescentou: “Quem faz este controle são as federações. Eles nos repassam o ranking de sua respectiva modalidade e nós, repito, fazemos as avaliações dentro dos critérios da lei para saber se o atleta tem condições de receber a bolsa. Não podemos ignorar o critério técnico”.

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