Secretário de Estado da Saúde diz que movimento antivacina preocupa campanha contra Sarampo

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Meta de imunização contra sarampo entre os grupos prioritarios é de 95%

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Foto: Francisco Costa/Jornal Opção

O secretário de saúde de Goiás, Ismael Alexandrino, diz que movimento antivacina preocupa por ter poder de influenciar na cobertura contra o sarampo e outras doenças. Para ele, embora não seja de grande monta e feito por pessoas leigas, o movimento tem uma base forte de formadores de opinião, como artistas e celebridades.

Ele avalia que a decisão por não vacinar filhos impacta toda a sociedade, de modo que não se trata de uma simples decisão individual. “Se você decide não vacinar seu filho, você impacta toda a sociedade. Seu filho passa a ser na cadeia de transmissão um replicador de doenças. Por mais que seja uma decisão individual o impacto para a sociedade não é individual, mas coletivo”, diz.

Alexandrino acredita que esse tipo de corrente, com forte apelo em formadores de opinião, precisa ser combatida. O esclarecimento, a informação precisa e a conscientização da população seriam os meios mais eficazes com que o movimento antivacina poderia ficar restrito ou não avançar sobre camadas mais extensas da sociedade, sobretudo aquela mais vulnerável.

A meta de vacinação de sarampo nos chamados grupos prioritários é de 95%. No entanto, Goiás apresentou em anos anteriores apenas 75% de cobertura, média parecida com o do restante do país.

Compõem os grupos prioritários: crianças com idade entre 1 e 6 anos incompletos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; povos indígenas; idosos; professores de escolas públicas e privadas; pessoas com doenças crônicas ou imunidade baixa; jovens sob medidas socioeducativas; funcionários do sistema prisional; pessoas privadas de liberdade; profissionais das forças de segurança e salvamento (policiais, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas).

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