Augusto Nunes: não há justificativa para espaços religiosos continuarem fechados

A ciência reconhece que, em momentos angustiantes como o imposto pela pandemia de coronavírus desde março, cresce a importância da fé no combate a doenças do corpo e da alma. Está comprovada, por exemplo, a importância do trabalho das igrejas na redução de casos de suicídio e depressão. Para o jornalista Augusto Nunes, enquanto shoppings, bares, restaurantes e feiras livres estão autorizados a funcionar, todos os espaços religiosos do país têm sido tratados com descaso e discriminação no processo de reabertura. "Seguem interditados os espaços reservados a milhões de fiéis em busca de consolo, cura e amparo espiritual", afirma. Assista ao comentário.