JR na TV Na CPI, sócio da Belcher nega ter recebido ajuda de Ricardo Barros para negociar vacinas

Na CPI, sócio da Belcher nega ter recebido ajuda de Ricardo Barros para negociar vacinas

Emanuel Catori foi levado por Barros a uma audiência no Ministério da Saúde no dia 15 de abril, mas negou que tenha tratado de vacinas no encontro

Emanuel Catori afirmou que o Ministério da Saúde chegou a fazer uma carta de intenção de compra de 60 milhões de doses da vacina Convidecia, do laboratório chinês CanSino. O contrato seria de cerca de R$ 5 bilhões. A vacina era a mais cara do mercado: 17 dólares por dose. Catori negou que a farmacêutica Belcher tivesse sido beneficiada por relações políticas, apesar dele e de seu sócio serem amigos do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros. O sócio da Belcher foi levado por Ricardo Barros a uma audiência no Ministério da Saúde no dia 15 de abril. Segundo Catori, porém, o encontro não tratou de vacinas. A Belcher foi descredenciada pelo laboratório CanSino no dia 17 de junho.

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