Prefeito de Tamandaré, que era patrão da mãe do menino Miguel, pagava empregadas domésticas com dinheiro público

O Ministério Público de Pernambuco apontou o crime de improbidade administrativa supostamente cometido pelo prefeito de Tamandaré, Sérgio Hacker. A denúncia veio à tona depois que o menino Miguel, filho da empregada doméstica da família do prefeito, morreu ao cair do nono andar do prédio de luxo onde os patrões moram, no Recife. Mirtes Renata Santana de Souza, mãe do garoto, era contratada como gerente de divisão da prefeitura, um cargo que não exercia. Outra ex-funcionária da casa também teria recebido seus salários com dinheiro público.

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