Protestos pelo Brasil
Minas Gerais Após ocupar a praça Sete, manifestantes seguem para a porta da prefeitura de BH

Após ocupar a praça Sete, manifestantes seguem para a porta da prefeitura de BH

Segundo a Polícia Militar, cerca de 5.000 pessoas participaram do protesto nesta terça-feira

Após ocupar a praça Sete, manifestantes seguem para a porta da prefeitura de BH

Depois de ocupar pela segunda noite seguida a praça Sete, o principal cruzamento do centro de Belo Horizonte, os manifestantes que participam do protesto desta terça-feira (18) seguem para a sede da prefeitura da capital, na avenida Afonso Pena.

Segundo estimativas da Polícia Militar, 5.000 pessoas chegaram a se reunir no centro de BH nesta noite. Alguns manifestantes continuam na praça enquanto grande parte do grupo se dirige à porta da sede do governo municipal. Não há registro de conflitos ou confusões.

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De acordo com a BHTrans, o trânsito continua impedido tanto na avenida Amazonas quanto na avenida Afonso Pena, nos dois sentidos.

A terceira grande manifestação popular dos últimos quatro dias começou com cerca de 800 estudantes da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) se concentrando nas imediações da Escola de Belas Artes e, depois de cantar o Hino Nacional, interditaram a avenida Antônio Carlos, uma das principais avenidas da região da Pampulha e via acesso às regiões norte e Venda Nova.

Inicialmente, os dois sentidos foram interrompidos. Quando começaram a andar, os manifestantes liberaram a via no sentido Pampulha. No trajeto, atravessam também o Anel Rodoviário, na altura do km 19, que precisou ser parcialmente interrompido. Em seguida, caminharam, de forma pacífica, por quase 8 km até o centro da capital.

Dia de conflitos

Na segunda-feira (17), o movimento teve início na praça Sete por volta das 13h. Doze mil pessoas se concentraram na avenida Afonso Pena e seguiram até a Antônio Carlos. Nas imediações da UFMG, perto do perímetro exigido pela Fifa, houve confronto com o Batalhão de Choque, que lançou bombas de gás lacrimogêneo e bombas de borracha contra a população. Segundo o balanço da PM, cinco pessoas se feriram e cinco foram presas.