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Minas Gerais BH aguarda liberação para retomar aulas para alunos de 6 a 8 anos

BH aguarda liberação para retomar aulas para alunos de 6 a 8 anos

Secretária de Educação diz que escolas estão preparadas, mas destacou que a data vai depender das equipes de saúde

  • Minas Gerais | Pablo Nascimento, do R7

Escolas adotam protocolos contra a covid-19

Escolas adotam protocolos contra a covid-19

Reprodução / Record TV Minas

A Secretaria de Educação de Belo Horizonte aguarda autorização dos órgãos de saúde locais para retormar as aulas presenciais dos alunos com idades entre 6 e 8 anos.

Eles farão parte da segunda etapa do programa de retorno, dividido em três fases. A prefeitura calcula que a capital mineira tem 101.253 estudantes nesta faixa etária nas redes municipal, estadual e privada.

As informações foram divulgadas pela secretária municipal de Educação Angela Dalben, durante reunião na Câmara Municipal, nesta semana. A representante da prefeitura foi convocada para prestar esclarecimentos sobre o programa de retomada das das aulas.

As escolas começaram a reabrir no último dia 26 de abril, após 13 meses de fechamento causado pela pandemia de covid-19. Foi a primeira vez que a prefeitura autorizou o retorno. Por enquanto, ele é válido apenas para as crianças com até 5 anos. A expectativa era que a segunda etapa de retorno fosse realizada nesta semana.

— Este grupo [de 6 a 8 anos], na fase de alfabtização, é o nosso prioritário já que a mediação de adultos especializados no processo é fundamental. Estamos ansioamente aguardando do comitê científico o start para para que gente possa retomar.

O protocolo prevê que a terceira etapa é composta pelos estudantes com idades acima de 8 anos, mas ainda não há previsão para que eles retornem às salas de aula.

Estrutura

Segundo a secretária, o município comprou 2.000 tablets e chips com pacote de dados de internet para atender os alunos a partir de 9 anos de idade. A prefeitura esperava adquirir 45 mil unidades, mas Angela disse que ainda não foi possivel. Vereadores questionaram a situação.

Angela ainda destacou que as escolas adotam protocolos rígidos para evitar a contaminação dos funcionários e dos estudantes que vão às aulas. A presença não é obrigatória e segue um rodízio. Assim, as escolas ainda mantêm o ensino remoto.

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