Novo Coronavírus

Minas Gerais BH é a 4ª capital mais transparente em relação a contratos na pandemia

BH é a 4ª capital mais transparente em relação a contratos na pandemia

Governo de Minas Gerais ocupa o oitavo lugar no ranking entre os Estados Brasileiros; índice mede detalhamento de dados fornecidos

  • Minas Gerais | Pablo Nascimento, do R7

Índice mede transparência dos estados de contratos

Índice mede transparência dos estados de contratos

Harish Tyagi/EFE/EPA - 30.07.2020

Belo Horizonte passou da quinta para a quarta posição no ranking que mede o nível de transparência das capitais brasileiras em relação às contratações emergenciais feitas para o combate à covid-19.

O levantamento da ONG Transparência Internacional, divulgado nesta sexta-feira (31), avalia o nível de detalhamento e a quantidade de informações que os governos fornecem sobre os contratos de compras de produtos, bem como de fornecimento de serviços.

O trabalho foi avaliado em uma escala que vai de 0 a 100, sendo considerado mais transparente as instituições que ficarem mais próximas de 100. Este é o terceiro levantamento realizado pela ONG. No primeiro BH estava em 12º lugar, subindo para a 5ª posição na segunda edição.

O ranking classifica como péssimo o nível de transparência que fica entre 0 e 19 pontos; ruim, de 20 a 39; regular, de 40 a 59; bom, de 60 a 79; e ótimo, de 80 a 100 pontos. A capital mineira alcançou 98,7 pontos, ficando a frente de Rio e São Paulo.

Veja o ranking completo das capitais:

1º - João Pessoa (PB) - 100 pontos
2º - Macapá (AM) - 100 pontos
3º - Vitória (ES) - 100 pontos
4º - Belo Horizonte (MG) - 98,73 pontos
5º - Goiânia (GO) - 98,73 pontos
6º - Rio Branco (AC) - 98,73 pontos
7º - Campo Grande (MS) - 96,20 pontos
8º - Boa Vista (RR) - 94,94 pontos
9º - Manaus (AM) - 94,94 pontos
10º - São Paulo (SP) - 94,94 pontos
11º - Natal (RN) - 92,41 pontos
12º - Porto Alegre (RS) - 92,41 pontos
13º - Florianópolis (SC) - 91,14 pontos
14º - Recife (PE) - 91,14 pontos
15º - Salvador (BA) - 89,87 pontos
16º - Fortaleza (CE) - 86,08 pontos
17º - Curitiba (PR) - 82,28 pontos
18º - Cuiabá (MT) - 79,75 pontos
19º - Rio de Janeiro (RJ) - 79,75 pontos
20º - Teresina (PI) - 75,95 pontos
21º - Palmas (TO) - 72,15 pontos
22º - Aracaju (SE) - 65,82 pontos
23º - Maceió (AL) - 65,82 pontos
24º - Belém (PA) - 63,29 pontos
25º - Porto Velho (RO) 60,76 pontos 
26º - São Luís (MA) 50,63 pontos

Estados

No ranking realizando entre os Estados e o Distrito Federal, Ceará aparece em primeiro lugar com 100 pontos. Minas Gerais passou da sexta para a oitava posição. Embora tenha caído nas colocações, o Estado ganhou pontos entre a segunda e a terceira fase, passando de 94,94 para 97,4. Minas aparecia na 12ª posição na primeira versão do estudo.

Veja a lista completa dos Estados:

1º - Ceará - 100 pontos
2º - Espírito Santo - 100 pontos
3º - Rondônia - 100 pontos
4º - Alagoas - 98,73 pontos
5º - Amapá - 98,73 pontos
6º - Distrito Federal - 98,73 pontos
7º - Goiás - 98,73 pontos
8º - Minas Gerais - 97,47 pontos
9º - Pernambuco - 93,67 pontos
10º - Tocantins - 93,67 pontos
11º - Rio Grande do Sul - 92,41 pontos
12º - São Paulo - 91,14 pontos 
13º - Mato Grosso - 90,51 pontos 
14º - Amazonas - 87,34 pontos
15º - Paraná - 87,34 pontos
16º - Maranhão - 86,08 pontos
17º - Rio Grande do Norte - 84,81 pontos
18º - Santa Catarina - 84,81 pontos
19º - Bahia - 82,28 pontos
20º - Rio de Janeiro - 79,75 pontos
21º - Pará - 78,48 pontos 
23º - Mato Grosso do Sul - 77,22 pontos
24º - Acre - 70,25 pontos
25º - Piauí - 69,62 pontos
26º - Paraíba - 65,82 pontos
27º - Sergipe - 65,82 pontos
28º - Roraima - 40,51 pontos

Calamidade

Durante os períodos de calamidade, como o da pandemia do novo coronavírus, os gestores públicos não precisam seguir o processo licitatório padrão para agilizar as ações de enfrentamento à situação de emergência.

Neste sentido, a ONG Transparência Internacional desenvolve ações para evitar a proliferação da corrupção no país. “Atuamos no Brasil no apoio e mobilização de grupos locais de combate à corrupção, produção de conhecimento, conscientização e comprometimento de empresas e governos com as melhores práticas globais de transparência e integridade, entre outras atividades”, explica o grupo sobre o trabalho realizado.

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