tragédia brumadinho
Minas Gerais Brumadinho: Jipeiros e operadores de drones se mobilizam para ajudar

Brumadinho: Jipeiros e operadores de drones se mobilizam para ajudar

Grupos foram orientados a não entrar nas áreas mais afetadas pela lama decorrente do rompimento da barragem da Vale na região

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Grupos estão mobilizados em Córrego do Feijão

Grupos estão mobilizados em Córrego do Feijão

Pixabay

Grupos de jipeiros e operadores de drones estão mobilizados desde sábado (26) no entorno da localidade de Córrego do Feijão, uma das mais atingidas pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho.

Eles estão sendo orientados a não entrar nas áreas mais afetadas pela lama. Os moradores que não tiveram as casas atingidas, porém, permanecem no local, mas sem água e sem luz.

A policial civil Janaina Menezes conta que a falta de luz foi o primeiro sinal de que alguma coisa estava acontecendo. Segundo ela, por volta das 12h40 os eletrodomésticos pararam de funcionar e, logo depois, vizinhos da parte mais baixa do lugarejo começaram a subir com a notícia de que a barragem havia rompido.

Janaína, que mora com o marido, o comerciante Paulo Menezes, e cinco filhos conta que não precisou sair de casa nem teve nenhum parente próximo atingido. A sorte, diz, é que as crianças estão de férias.

"Durante as aulas, as crianças da escola usam o clube da Vale para esportes e para brincar", conta.

Além da atividade de mineração toda a região tem vários parques e atrativos turísticos. Uma das propriedades destruídas em Córrego do Feijão foi uma pousada. "Não dá para saber quantas pessoas estavam lá. É uma pousada antiga. Recebia sempre muita gente", conta Genival Costa de Sá, dono do bar do Aritana.