Minas Gerais Câmara de BH vota em 2º turno autorização para compra de vacinas

Câmara de BH vota em 2º turno autorização para compra de vacinas

Projeto que autoriza prefeitura a fazer parte de consórcio para compra de imunizantes foi aprovado em 1º turno nesta quinta

  • Minas Gerais | Lucas Pavanelli, do R7

BH poderá integrar consórcio de municípios

BH poderá integrar consórcio de municípios

Tomaz Silva/Agência Brasil - 23.01.2021

A Câmara de Belo Horizonte vota nesta sexta-feira (9), em segundo turno, o projeto de lei que autoriza a prefeitura da capital mineira a compras vacinas contra a covid-19 por meio de um consórcio junto a outros municípios. 

A proposta passou em primeiro turno no Legislativo nesta quinta-feira (8), com 29 votos favoráveis, sete votos contrários e uma abstenção. Eram necessários 28 votos para aprovação. 

Agora, em segundo turno, de acordo com a Câmara, são necessários 21 votos para que o texto seja encaminhado para sanção do prefeito Alexandre Kalil (PSD). 

Consórcio

O projeto de lei 71/2021 permite que Belo Horizonte faça parte do Conectar (Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras) lançado em março pela FNP (Federação Nacional de Prefeitos). O documento prevê não apenas a compra de vacinas, mas também de “medicamentos, insumos e equipamentos na área da saúde para combate à pandemia”.

No texto, o prefeito Alexandre Kalil reafirma a preocupação com o avanço da covid-19 na cidade e alega que a situação exige “atitudes tempestivas” do Executivo e do Legislativo.

— Há urgente necessidade de vacinação em massa da população brasileira, não só para frear o colapso na área da Saúde, como também para retomar a atividade econômica, a geração de emprego e renda e o convívio social.

O texto não cita um número específico de imunizantes que seriam comprados. Mas, em meados de março, Kalil prometeu comprar 4 milhões de doses da vacina russa Sputnik V, mas, após o imunizante ser rejeitado pela segunda vez pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a prefeitura passou a negociar com a Janssen e AstraZeneca.

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