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Minas Gerais Com estoque em alerta, MG espera receber hoje kits intubação

Com estoque em alerta, MG espera receber hoje kits intubação

Segundo o governo, a quantidade de sedativos disponível está em nível não indicado para o enfrentamento da pandemia

  • Minas Gerais | Pablo Nascimento, do R7

Medicamentos são usados para intubação de pacientes

Medicamentos são usados para intubação de pacientes

Amanda Perobelli/Reuters

O Governo de Minas Gerais espera receber, ainda neste sábado (10), uma remessa com medicamentos usados na intubação de pacientes.

Atualmente, segundo o Estado, o estoque de sedativos utilizados na intubação de pacientes com covid-19 encontra-se "em nível não recomendável para o enfrentamento da pandemia".

A expectativa é que o Ministério da Saúde envie 15 mil ampolas dos remédios que fazem parte do chamado "kit intubação".

Nesta semana, o Secretário de Saúde de Minas, Fábio Baccherette, e o governador Romeu Zema (NOVO), afirmaram, pela segunda semana seguida, que o nível do estoque de medicamentos é considerado preocupante.

Durante evento online nesta sexta-feira (9), Baccheretti afirmou que só tem disponível o suficiente para manter todos os hospitais por, no máximo, três dias. Ele alegou que falta se deve, principalmente, à falta de medicamentos nos fornecedores. Ele diz que a pasta aguarda a chegada de novos lotes por parte do Ministério da Saúde.

— As empresas que reabastecem os suprimentos pararam de entregar porque o Ministério da Saúde pediu todo o estoque levou para lá.

Veja a íntegra da nota do Governo de Minas:

"Está prevista para este sábado (10/4) a chegada de uma remessa de bloqueadores neuromusculares, direcionados a hospitais da rede pública que estão com menos de três dias de cobertura. São mais de 15 mil ampolas de medicamentos essenciais ao kit intubação para manter a sedação dos pacientes internados na rede pública de Minas Gerais. Atualmente, o estoque de sedativos utilizados na intubação do paciente de covid-19 encontra-se em nível não recomendável para o enfrentamento da pandemia."

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