Minas Gerais Com recorde de mortes pela covid, MG libera comércio não essencial

Com recorde de mortes pela covid, MG libera comércio não essencial

Lojas, atividades esportivas e eventos vão poder funcionar mesmo em cidades que estão na onda vermelha do Minas Consciente

  • Minas Gerais | Célio Ribeiro*, do R7, com Record TV Minas

Flickr PBH

No dia em que o Estado bateu o recorde de mortes diárias pela covid-19, o Governo de Minas decidiu que o comércio não-essencial vai poder funcionar mesmo nas regiões mais afetadas pela pandemia.

De acordo com o secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, o comércio em geral, as atividades esportivas e eventos poderão ocorrer já nas cidades que estão na onda vermelha do Minas Consciente, a mais restritiva do plano. Eventos presenciais, por exemplo, poderão receber 30 pessoas na fase restrita, e o distanciamento mínimo entre o público será de 3 metros.

Essas atividades também estão liberadas nas ondas amarela e verde, mas com menos restrições e um distanciamento social menor, de 1,5 m. O secretário negou que a mudança seja uma “flexibilização”, mas apenas uma “atualização do plano”.

— Com o ajuste, vamos ter uma restrição global na onda vermelha, mas com todo mundo podendo abrir. Não é uma flexibilização, mas sim uma restrição onde há necessidade.

Segundo o secretário de Saúde, o comércio considerado essencial, que representa 70% da força de trabalho das cidades, passa a funcionar com mais restrições. Esse movimento é o que vai permitir que os outros 30%, considerado não essencial, possa operar, também com restrições.

— Há cerca de 300 mil trabalhadores que estão parados desde o início da pandemia e que vão poder trabalhar pela primeira vez a partir de agora

Amaral defendeu a necessidade de compatibilizar a saúde e o combate à pandemia com as atividades comerciais e isso teria justificado a terceira versão do Minas Consciente.

— A 1º versão tinha a função de controlar o risco da grande explosão de casos e as duas seguintes foram atualizações. Agora vamos acompanhar o movimento da pandemia e da vacinação.

*Estagiário do R7 sob a supervisão de Flavia Martins y Miguel

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