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Minas Gerais CPI "dos fura-fila" convoca ex-secretário para dar explicações

CPI "dos fura-fila" convoca ex-secretário para dar explicações

Além de Carlos Eduardo Amaral, também foram chamados o ex-secretário adjunto e o atual secretário de Saúde, Fábio Baccheretti

  • Minas Gerais | Ricardo Vasconcelos, da Record TV Minas

Carlos Eduardo Amaral terá que prestar esclarecimentos

Carlos Eduardo Amaral terá que prestar esclarecimentos

Reprodução / Facebook

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que apura as irregularidades na vacinação de servidores da Saúde em Minas anunciou, nesta sexta-feira (19), que vai convocar o ex-secretário da pasta, Carlos Eduardo Amaral.

Os requerimentos aprovados pelos membros da comissão determinam, também, a convocação do atual chefe da Saúde, Fábio Baccheretti, e o ex-secretário adjunto da pasta, Marcelo Cabral.

Os servidores da Saúde que ocupam cargo de chefia também deverão prestar esclarecimentos para os deputados, assim como o Gerente-Geral de Saúde da Assembleia de Minas, Marcus Vinicius Pereira, que foi convidado para explicar a lista de vacinados na Casa, que inclui até estagiários.

Veja: 'Trem da alegria', diz presidente da ALMG sobre 'fura-filas' no governo

A data do depoimento de cada um dos convidados ainda será definida, e o próximo encontro da CPI está marcado para terça-feira (23).

“CPI dos fura-fila”

A ALMG (Assembleia Legislativa de Minas Gerais) decidiu instaurar a CPI após o R7 denunciar supostas irregularidades na vacinação de servidores da Saúde no Estado. A pasta teria determinado a imunização de trabalhadores que não fazem parte do grupo prioritário, como gestores e funcionários em “home-office”.

A lista de vacinados inclui mais de 2.600 nomes de servidores da Capital, de 27 Superintendências Regionais de Saúde e até o nome do ex-secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral. Com a repercussão das denúncias, Amaral foi exonerado.

Na noite de quinta-feira (18), o presidente da ALMG, Agostinho Patrus (PV), divulgou uma lista com 55 nomes de servidores da Assembleia que teriam sido vacinados, incluindo 20 estagiários. O documento também será analisado pelos deputados.

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