Coronavírus

Minas Gerais Justiça autoriza MG a retomar aulas presenciais nas escolas estaduais

Justiça autoriza MG a retomar aulas presenciais nas escolas estaduais

Governo diz que atividades vão acontecer em cidades que estão nas ondas verde ou amarela e com autorização dos prefeitos 

  • Minas Gerais | Pablo Nascimento com Célio Ribeiro*, do R7

Aulas retornarão no dia 21 de junho

Aulas retornarão no dia 21 de junho

Divulgação / PBH / Adão de Souza

O TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) autorizou, nesta quinta-feira (10), o retorno das aulas presenciais na rede pública estadual de ensino. As atividades estavam impedidas de acontecer por causa de uma medida judicial solicitada pelo sindicato da categoria.

Segundo o Governo do Estado, as atividades presenciais só poderão ser realizadas nas cidades que tiverem autorização da prefeitura e que estiverem nas ondas verde ou amarela do plano Minas Consciente. Nesta quinta-feira, apenas as macrorregiões Triângulo do Norte e Vale do Aço estão na classificação amarela e nenhuma se encontra verde.

Veja AQUI a lista de cidades que poderiam retomar as aulas hoje em MG

Após a divulgação do resultado, a SEE (Secretaria Estadual de Educação) anunciou que as aulas presenciais vão ser retomadas no dia 21 de junho para os alunos do 1º ao 5º ano. Os demais serão convocados gradativamente. Os professores devem voltar ao trabalho na próxima segunda-feira (14). A presença não será obrigatória e as escolas deverão fazer um rodízio entre as pessoas que forem aos colégios presencialmente.

Conforme determinação judicial, as escolas devem cumprir uma série de medidas de segurança para evitar que os alunos e funcionários não sejam contaminados com o coronavírus. Os colégios deverão adotar um rodízio para quem estiver em atividade presencial, além de garantir distância de 1,5 metro entre os alunos.

Em nota, o SindUTE/MG (Sindicato Único dos Trabalhadores da Educação de Minas Gerais) afirmou que vai entrar com um recurso assim que a decisão for publicada pelo TJMG. O sindicato alegou que a deliberação dos desembargadores não significa a "liberação indiscriminada" das aulas presenciais na rede estadual de ensino.

"A categoria deverá estar atenta a todos os atos de convocação para o trabalhado presencial e ao cumprimento das medidas de segurança necessárias, denunciando as irregularidades eventualmente encontradas nas unidades escolares", destacou o sindicato em nota.

* Estagiário sob supervisão de Pablo Nascimento

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