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Minas Gerais Justiça obriga União e Minas a fornecer anestésicos a Uberlândia 

Justiça obriga União e Minas a fornecer anestésicos a Uberlândia 

Prefeitura confirmou falta de medicamentos na rede pública após denúncia do Conselho Regional de Medicina e Justiça acatou pedido do MPF

Anestésicos estão escassos no SUS

Anestésicos estão escassos no SUS

Reprodução

A Justiça Federal obrigou que a União e o Governo de Minas regularizem, em 72 horas, o abastecimento de bloqueadores e anestésicos para a rede pública de saúde de Uberlândia, a 540 km de Belo Horizonte. Os medicamentos são fundamentais para realizar a entubação de pacientes com dificuldades respiratórias, um dos problemas causados pela covid-19. 

A liminar foi concedida a pedido do MPF (Ministério Público Federal), depois que o Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais e a Sociedade de Anestesiologia de Minas Gerais denunciaram, há dois meses, a falta de sedativos e relaxantes musculares nos hospitais do Estado.

Governo de Minas confirma falta de anestésicos na rede pública

A partir da denúncia, o MPF, então, abriu um procedimento para apurar a situação no município   em Uberlândia instaurou um procedimento para apurar a situação no município.

A Prefeitura de Uberlândia confirmou a falta dos medicamentos necessários para o tratamento dos pacientes internados nas UTIs (Unidades de Terapia Intensiva), dentre os quais: 

- Propofol 10mg/ml;
- Morfina 10mg/ml;
- Fentalina Citrato 0,05 mg/ml;
- Rocurônio 10mg/ml;
- Atracúnio;
- Besilato 10mg/ml;
- Etomidato 2mg/ml;
- Lidocaína 20 mg/ml (2%);
- Midazolam 5 mg/L;
- Propofol, 10mg/ml -20 ml e 10 ml;
- Rocurônio, Brometo 10 mg/ml;
- Atropina, Sulfato 0,25mg/ml; e
- Pancurônio, Brometo 2mg/ml, dentre outros;

Decisão

De acordo com decisão da Justiça, o cenário da pandemia "demanda ação rápida no tratamento ao paciente" e que por isso, município, Estado e União devem apresentarm e, em até cinco dias, um plano para aquisição dos medicamentos para que eles não faltem enquanto durar a pandemia. 

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