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Minas Gerais Kalil recua e suspende fiscalização de cultos religiosos em BH

Kalil recua e suspende fiscalização de cultos religiosos em BH

Prefeito da capital mineira havia afirmado que não seguiria decisão de ministro do STF, que liberou celebrações em todo país

  • Minas Gerais | Do R7

Prefeito Alexandre Kalil volta atrás e suspende medida de fiscalização em templos

Prefeito Alexandre Kalil volta atrás e suspende medida de fiscalização em templos

Record TV Minas

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), recuou e suspendeu a ficalização da realização de cultos religiosos em templos da capital mineira, neste domingo (4), que estão autorizados por decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kássio Nunes, neste sábado (3). 

Em comunicado, enviado à Polícia Federal, o procurador do município, Castellar Modesto Guimarães Filho, informou que estaria dando "ciência da ordem do prefeito da suspensão de fiscalização nos templos religiosos da cidade até que ocorra manisfestação do Plenário do Supremo Tribunal Federal". 

A mensagem foi enviada, após o secretário Municipal de Planejamento, André Abreu Reis, determinar que fossem suspensas as atividades de fiscalização nos templos, a partir de hoje, da Guarda Municipal, fiscais e Vigilância Sanitária. 

Pela rede social, na tarde deste domingo, Alexandre Kalil informou que: "Por mais que doa no coração de quem defende a vida, ordem judicial se cumpre. Já entramos com recurso e aguardamos manifestação do Presidente do Supremo Tribunal Federal".

Mais tarde, Kalil, no entanto, acionou o tribunal para tentar derrubar a decisão de Nunes Marques.

Descumprimento

Logo após a decisão de Nunes, o prefeito de BH usou uma rede social, na noite de sábado (3), para dizer que não iria cumprir a determinação. Segundo Kalil, "Em Belo Horizonte, acompanhamos o Plenário do Supremo  Tribunal Federal. O que vale é o decreto do Prefeito. Estão proibidos os cultos e missas presenciais."

O ministro, neste domingo (4), intimou Alexandre Kalil a cumprir a determinação. Nunes solicitou que a Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais fosse responsável por garantir o cumprimento da liminar.

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