Minas Gerais Kalil sanciona lei que coloca BH em consórcio para compra de vacinas

Kalil sanciona lei que coloca BH em consórcio para compra de vacinas

Consórcio também prevê a compra de medicamentos, insumos e equipamentos necessários ao combate à pandemia de covid-19

Kalil chegou a anunciar intenção de compra de 4 milhões de doses da Sputnik V

Kalil chegou a anunciar intenção de compra de 4 milhões de doses da Sputnik V

Reprodução/redes sociais

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), sancionou a lei que autoriza a capital mineira a integrar o consórcio de municípios na compra de vacinas e insumos contra a covid-19. A Lei 11.290/2021 foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial do Município. 

De acordo com o texto, o protocolo de intenções permite que Belo Horizonte entre para  o Conectar (Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras), que foi lançado em março pela FNP (Federação Nacional de Prefeitos). Além da compra de vacinas, o consórcio público também prevê a aquisição de “medicamentos, insumos e equipamentos na área da saúde para combate à pandemia”.

A lei é originária de um projeto apresentado pelo próprio prefeito à Câmara Municipal de Belo Horizonte, que foi aprovado no dia 8 de abril. Para justificar a proposta, Kalil afirmou que a preocupação com o avanço da covid-19 na cidade exige “atitudes tempestivas” do Executivo e do Legislativo.

O texto não prevê uma promessa de compra de imunizantes mas, com a adesão de Belo Horizonte ao Conectar, parte das remessas seriam repassadas à capital mineira em caso de aquisição pelas prefeituras. 

Em março desse ano, Kalil prometeu adquirir 4 milhões de doses da vacina russa Sputnik V, mas, após o imunizante ser rejeitado pela segunda vez pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a prefeitura passou a negociar com outros laboratórios, como a Janssen e AstraZeneca.

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