Novo Coronavírus

Minas Gerais MG não vai usar respiradores fabricados no Estado por enquanto

MG não vai usar respiradores fabricados no Estado por enquanto

Aparelhos, que são mais baratos, foram homologados pela Anvisa nesta segunda-feira (4); secretário diz que não há demanda para uso

Equipamentos são mais baratos que os concorrentes

Equipamentos são mais baratos que os concorrentes

Divulgação / Governo de Minas / Gil Leonardi

O Governo de Minas pretende não usar, por enquanto, os respiradores hospitalares desenvolvidos e fabricados por uma empresa mineira.

Os equipamentos, mais baratos que os concorrentes, tiveram a homologação liberada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), nesta segunda-feira (3), o que deu sinal verde para o início das vendas.

Durante coletiva na tarde desta terça-feira (4), o secretário adjunto de Saúde, Marcelo Cabral, explicou que o sistema de saúde do Estado não está sobrecarregado no momento e, por isto, não será preciso usar os aparelhos.

Os respiradores são necessários em UTIs (unidades de tratamento intensivo) para garantir a respiração dos pacientes. Cabral destacou que o Estado ampliou o número destes leitos nos últimos meses, suprindo as demandas da pandemia.

— Os números demonstram que, neste momento, não há necessidade de demanda para utilização desses respiradores, que ficam como uma reserva e demonstração de planejamento da Secretaria de Saúde do Governo de Minas.

A Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) anunciou, nesta segunda-feira, que pretende comprar 1.500 unidades do aparelho produzido no Estado para doar ao Governo de Minas.

Controle da pandemia

Durante a coletiva, o secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, voltou a destacar que a pandemia segue para uma estabilização. Os técnicos avaliam que o Estado passa por um platô, que é quando o número de novos casos se mantém no mesmo nível.

— Temos visto um plato com tendência a desaceleração no futuro. Isso para nós é muito importante, pelo menos mostra que a tendência de crescimento e aumento exponencial de casos foi abolida no Estado.

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