Minas Gerais MG: servidor público é encontrado morto, amarrado e queimado 

MG: servidor público é encontrado morto, amarrado e queimado 

Jovem confessou ter matado funcionário da Prefeitura de Extrema (MG); suspeito estaria buscando dinheiro para comprar drogas

Vítima trabalhava na Prefeitura de Extrema (MG)

Vítima trabalhava na Prefeitura de Extrema (MG)

Reprodução / Record TV Minas

Um servidor público foi encontrado morto, com as mãos amarradas e parcialmente queimado em Extrema, a 492 km de Belo Horizonte, neste domingo (24). O suspeito, que teria tido relações sexuais com a vítima horas antes do crime, foi preso.

César Augusto de Oliveira, de 48 anos, foi encontrado pela irmã, que mora em uma casa no mesmo terreno. Ela contou aos policiais que não estava conseguindo falar com o irmão e que, por isso, foi até a casa dele. O corpo estava nu e em cima da cama.

Os investigadores da Polícia Civil descobriram que Oliveira foi visto pela última vez em um bar, na noite de sábado (23). Horas depois, já durante a madrugada, ele foi embora acompanhado de outro homem.

A equipe da Polícia Civil também conseguiu encontrar o carro da vítima, que estava na zona rural de Extrema. O veículo estava parcialmente queimado e, dentro dele, foi encontrado um cartão bancário no nome de um homem de 29 anos, que passou a ser considerado o principal suspeito do crime. Ele também foi visto, em câmeras de segurança, dirigindo o veículo da vítima.

O suspeito foi preso na casa da mãe neste domingo (24) e confessou o crime. Ele contou aos policiais que foi até o bar onde Oliveira foi visto para conseguir dinheiro, que seria usado para comprar drogas. Além disso, ele confessou ter tentado vender um aparelho celular para o servidor público, que decidiu convidar o jovem para ir até a sua casa, para os dois usarem drogas juntos.

Ao chegarem na residência, Oliveira revelou que não tinha drogas. Isso teria motivado a discussão entre os dois. O suspeito afirmou ter dado um golpe conhecido como "mata-leão" na vítima, que ficou desacordada. A Polícia Civil ainda não revelou outros detalhes sobre como a vítima foi queimada. Os policiais acreditam que vítima e suspeito teriam tido relações sexuais antes do crime, mas o jovem afirma “não se lembrar de tudo o que aconteceu naquela noite”.

O suspeito foi preso e encaminhado para o presídio local. A Polícia Civil ainda investiga se outras pessoas participaram do crime. A Prefeitura de Extrema, onde César Oliveira trabalhava, lamentou o caso.

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