Minas Gerais Morte de mulher de promotor deve ser esclarecida nesta quinta (29)

Morte de mulher de promotor deve ser esclarecida nesta quinta (29)

Chefe do Ministério Público planejou concluir até hoje as investigações sobre o caso Lorenza, ocorrido em Belo Horizonte

Reprodução / Record TV Minas

O MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) deve concluir, nesta quinta-feira (29), a investigação sobre a morte de Lorenza Maria Silva de Pinho, esposa do promotor de Justiça André Luís Garcia de Pinho, ocorrida em Belo Horizonte, no último dia 2 de abril.

Pinho foi preso temporariamente como suspeito de ter matado a companheira. O MP ainda não confirmou se o resultado do inquérito será divulgado nesta quinta, mas conforme já anunciado pelo chefe do órgão, o procurador-geral de Justiça, Jarbas Soares, os investigadores estão empenhados para concluir os trabalhos até hoje.

"Estamos fazendo tudo com o imprescindível apoio da Polícia Civil, os cuidados que o caso requer, sem precipitações ou alardes. Tudo como se espera do MP", inforomou Soares na última semana.

O caso

As investigações começaram no último dia 3 de abril, um dia após Lorenza morrer, aos 41 anos, no apartamento onde morava com o marido e os cinco filhos, no bairro Buritis, na região Oeste de BH. O marido havia alegado que a esposa teria se engasgado enquanto dormia, possivelmente, sob efeito de remédios.

O atestado de óbito assinado pelos médicos Itamar Gonçalves Cardoso e Alexandre de Figueiredo Maciel, indica que Lorenza foi vítima de “pneumonite, devido a alimento ou vômito, e autointoxicação por exposição intencional a outras drogas”, o que contribui com a versão de Pinho. No entanto, conforme já mostrou a reportagem, a perícia realizada pelo IML (Instituto Médico Legal) deve divergir do laudo médico.

Nesta terça-feira (27), os advogados do promotor André Luis Garcia de Pinho afirmaram que os laudos periciais não apontam que o investigado matou a companheira. Eles defenderam, ainda, que Lorenza não foi assassinada.

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