Minas Gerais Polícia identifica jovens suspeitos de pichar ameaça em escola de BH 

Polícia identifica jovens suspeitos de pichar ameaça em escola de BH 

Adolescentes são apontados como autores da pichação "massacre 06/04", escrita na parede do banheiro do colégio tradicional 

Aulas não foram suspensas na escola

Aulas não foram suspensas na escola

Reprodução/Google

A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um procedimento investigativo para apurar uma pichação com ameaça de massacre, feita em um dos banheiros do Colégio Magnum, unidade Cidade Nova, na região nordeste de Belo Horizonte. Na parede estava escrito "massacre 06/04".

Segundo o órgão, o diretor da instituição de ensino prestou declarações e dois adolescentes foram identificados como possíveis suspeitos.

O caso foi registrado na última segunda-feira (4). Ainda de acordo com a PC, a investigação agora prossegue a cargo da Delegacia Especializada de Apuração de Ato Infracional. Em conformidade com o art. 143 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), os atos policiais dessa investigação são sigilosos.

O caso

De acordo com informações do boletim de ocorrência, uma primeira pichação havia sido encontrada pelos funcionários do colégio no dia 31 de março no banheiro do pátio. Os escritos foram apagados, mas no dia seguinte, 1º de abril, uma nova frase havia sido pichada. Ela dizia: "não podem nos apagar, massacre 06/04".

Em nota, o Colégio Magnum informou que as aulas no colégio não foram suspensas nesta quarta-feira (6), e que afirma que "o fato está relacionado à indisciplina e não traz risco à segurança da comunidade escolar".

"Assim que a escola tomou ciência do ocorrido, sinalizou ao Conselho Tutelar e aplicou as medidas cabíveis. O caso foi solucionado pela direção da instituição com os responsáveis pelos alunos envolvidos, de acordo com o regimento da escola", diz a escola.

*Estagiária sob supervisão de Ana Gomes

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