Polícia mata um e prende seis suspeitos de roubo a bancos

Militares apreenderam material usado em ataques

PM apreendeu farto arsenal com suspeitos
PM apreendeu farto arsenal com suspeitos Divulgação / Polícia Militar

A Polícia Militar matou um homem e prendeu outros cinco suspeitos de integrarem uma quadrilha especializada no estouro de caixas eletrônicos, no interior de Minas Gerais. A namorada de um dos criminosos também foi detida. Na operação, deflagrada entre a manhã de quinta-feira (11) e a desta sexta (12), foram apreendidos armas, drogas, carros com placas clonadas e explosivos.

Entre os detidos está Filipe Moreira Quirino, de 26 anos, o Filipinho, foragido da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, cidade vizinha a Belo Horizonte. Ele é considerado um dos bandidos mais perigosos de Minas Gerais, com extenso prontuário na Justiça por homicídio, tráfico de drogas e roubo.

O grupo é apontado como o responsável pelos ataques a agências em Urucrânia e Dom Cavati, na Zona da Mata, neste mês. Também ao ataque frustrado em Dores do Turvo, na mesma região, na quarta-feira (9).

Foi justamente nesta ação que a quadrilha começou a ser desvendada. Assim que parte do grupo se aproximou da agência bancária, o vigia acionou a Polícia Militar local. Houve troca de tiros e o segurança do banco reconheceu um dos criminosos: Bruno Barbosa, de 21 anos, morador daquela cidade.

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A PM foi à residência dele e o prendeu no dia seguinte. Lá, localizou um carro com placas clonadas e armas. Pressionado, o jovem entregou os comparsas, como o próprio irmão, Claudinei, de 35, também detido em casa. Horas depois, policiais localizaram Filipinho num sítio em Senador Firmino, na mesma região. Já em Viçosa, cidade vizinha, foram localizados Eloy Decarlos Santos Teixeira, de 34 anos, e Natanael Fernandes, de 24.

A operação continuou longe da Zona da Mata. Em Belo Horizonte, os militares foram atrás de Marlon Rosa. O rapaz estava num barraco na vila Combiara, região do Barreiro. Houve troca de tiros e ele faleceu no local. A namorada dele, Fernanda, foi detida.

A operação continua nesta sexta, pois um criminoso continua foragido. A polícia ligou os crimes à quadrilha após encontrar uma arma que teria sido roubada no ataque em Dom Cavati.

Divulgação / Polícia Militar