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Minas Gerais Poucas doses e "racionalidade", diz Kalil sobre vacinação suspensa

Poucas doses e "racionalidade", diz Kalil sobre vacinação suspensa

Prefeito enviou explicações ao MPMG sobre a não aplicação de doses contra a covid-19 no último fim de semana na capital mineira

  • Minas Gerais | Pablo Nascimento, do R7

Prefeito destacou empenho em vacinar população

Prefeito destacou empenho em vacinar população

Record TV Minas

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), respondeu ao MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) os questionamentos sobre o motivo da prefeitura não ter aplicado as vacinas contra a covid-19, no último fim de semana de feriado, conforme aconteceu em algumas cidades.

No documento enviado ao MP nesta sexta-feira (9), o prefeito justificou que a cidade não tinha disponível um quantitativo de doses suficientes para atender a população como desejado e alegou foi preciso agir com "racionalidade".

"Recursos limitados, como é o caso dos trabalhadores da saúde, devem ser utilizados com racionalidade e economicidade, ponderando a possibilidade e o custo de oportunidade de cada decisão. Não seria razoável exigir sacrifício extraordinário dos profissionais da saúde, privando-lhes de seu direito ao descanso, considerando a ausência de doses suficientes para que tal esforço seja útil e efetivo", explicou Kalil no documento.

O prefeito ainda destacou o empenho por parte da prefeitura para ampliar a aplicação de doses. Como exemplo, ele citou a contratação 468 profissionais de enfermagem para reforçar as equipes.

De acordo com o MPMG, o procurador-geral de Justiça, Jarbas Soares Júnior, que havia pedido os esclarecimentos, "avaliou como positiva a atenção do prefeito Alexandre Kalil com o MPMG e afirmou que fará uma análise da resposta junto com o corpo técnico da instituição".

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