Novo Coronavírus

Minas Gerais Prefeitura de BH autoriza retorno dos cultos religiosos na cidade

Prefeitura de BH autoriza retorno dos cultos religiosos na cidade

Público terá limite de uma pessoa a cada sete metros quadrados, assim como acontece nos comércios que voltam a abrir

  • Minas Gerais | Pablo Nascimento, do R7

Fiéis devem seguir protocolos de proteção

Fiéis devem seguir protocolos de proteção

Reprodução / Pixabay

A Prefeitura de Belo Horizonte autorizou, nesta segunda-feira (19), o retorno dos cultos religiosos na cidade.

As atividades poderão ser retomadas a partir da próxima quinta-feira (22), com público máximo de uma pessoa a cada sete metros quadrados, sem restrição de horários.

Os tempos religiosos devem garantir distanciamento entre os fiéis, limpeza frequente das instalações e uso de máscara de proteção.

A mudança foi anunciada pela equipe do prefeito Alexandre Kalil (PSD), nesta tarde, junto com o novo pacote de flexibilização da capital mineira.

O comércio, bares, restaurantes, academias e salões de beleza também poderão reabrir as portas. As aulas para crianças de 0 a 5 anos serão retomadas no dia 26 de abril.

Jackson Machado, secretário municipal de Saúde, explicou que foi possível autorizar o retorno das atividades que estavam suspensas desde o dia 6 de março em função de uma melhora nos números da pandemia, resgitrada na última semana.

Histórico

No início deste mês, Kalil chegou a anunciar que não iria seguir uma determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kássio Nunes que havia autorizado a realização de cultos em todas as cidades do Brasil. No mesmo fim de semana, o prefeito foi intimado a cumprir a decisão e recuou.

No último dia 8 de abril, o STF discutiu o assunto em plenário e definiu que os governantes locais têm autonomia para suspender as celebrações religiosas.

Atualmente, a Câmara de Belo Horizonte analisa um projeto que tenta classificar as igrejas dentro da faixa de atividades essenciais. A proposta já foi aprovada em primeiro turno, mas precisa passar por nova votação e sanção do prefeito.

Últimas