Minas Gerais Professores estaduais protestam na Cidade Administrativa (MG)

Professores estaduais protestam na Cidade Administrativa (MG)

Categoria está em greve por tempo indeterminado; servidores do estado pedem que o governo pague o piso salarial da categoria

  • Minas Gerais | Túlio Lopes, da Record TV Minas

Divulgação/ SindUTE/MG

Professores da rede estadual protestaram, nesta quinta-feira (17), em frente à Cidade Administrativa, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte.

Este é o segundo dia seguido de manifestações da categoria em busca do pagamento integral do piso nacional para trabalhadores em educação. De acordo com o SindUTE/MG, sindicato que representa os trabalhadores, o protesto ocorreu porque o Governo Estadual se recusa a pagar o  determinado em lei federal. Atualmente, o valor mínimo que um professor dos anos iniciais deve receber é R$ 3.845,63, mas em Minas a remuneração  é de R$ 2.135,64.

Os professores estão em greve, por tempo indeterminado, desde o dia 9 de março. O Governo de Minas foi procurado para se pronunciar sobre o protesto, mas ainda não tivemos retorno.

Os professores do estado também protestaram, na última quarta-feira (16), na Praça Sete, região Central de Belo Horizonte. No protesto, os servidores encontraram os professores da rede municpal da capital, que também paralisaram as atividades.

A Assembléia que determinou a paralisação das atividades dos professores da rede estadual ocorreu no dia 8 de março. Na ocasião, o Governo de Minas informou que respeita o movimento e que segue negociando com a categoria. "Ressaltamos que no dia 24 de fevereiro, o governador Romeu Zema anunciou o reajuste geral de 10,06% nos salários de todo o funcionalismo público de Minas Gerais. A medida consta de projeto de lei, encaminhado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que prevê que o reajuste correspondente às perdas inflacionárias seja pago a partir da folha de maio - quitada em junho. A medida vale para os servidores ativos, inativos e pensionistas da administração direta e indireta do Estado. Para a área da Educação, o pagamento será retroativo a janeiro deste ano", destacou em nota.

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