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Minas Gerais Teleaula, chat e material online: rede estadual volta na segunda (18)

Teleaula, chat e material online: rede estadual volta na segunda (18)

Secretária de Educação de Minas, Júlia Sant'Anna, anunciou retorno das atividades não presenciais para alunos; aulas serão exibidas na Rede Minas 

Volta às (tele) aulas foi anunciada pela secretária

Volta às (tele) aulas foi anunciada pela secretária

Reprodução/redes sociais

As aulas na rede pública estadual de Minas Gerais vão voltar, de forma não-presencial, na próxima segunda-feira (18), de acordo com a secretária de Estado de Educação, Júlia Sant'Anna. A previsão inicial da pasta era que as teleaulas começassem a ser exibidas a partir do dia 11 de maio. 

Os materiais pedagógicos elaborados por professores da rede pelo chamado PET (Plano de Estudos Tutorados) podem ser baixados pela internet (pelo site www.estudeemcasa.educacao.mg.gov.br) a partir desta terça-feira (12).

"Infelizmente, não temos previsão", diz Zema sobre volta às aulas

Segundo a chefe da pasta, as famílias que não têm acesso à internet devem procurar a diretoria da escola estadual para obter o PET.  

— Estamos passando por um momento extremamente delicado por conta da pandemia do coronavirus, mas não podemos deixar que os estudantes fiquem sem acesso ao aprendizado. 

Teleaulas

Os alunos também poderão assistir a teleaulas no canal da Rede Minas, pelo programa "Se Liga na Educação", que será exibido entre segunda e sexta-feira, de 7h30 às 12h30.  

Segundo Julia, um aplicativo também será disponibilizado para que alunos possam baixar e interagir com seus professores. 

— Nós sabemos que nada substitui a relação presencial entre aluno e professor em sala de aula, mas nossa função é garantir os estudos de jovens e crianças mineiras da melhor forma possível. 

Imbróglio

A retomada das aulas da rede estadual de ensino em Minas foi marcada por umimbróglio entre professores e o Governo do Estado, que foi parar na Justiça. Por meio de uma deliberação, a Secretaria de Estado de Educação determinou que os trabalhadores em educação retomassem suas atividades presenciais no mês passado. 

O sindicato da categoria recorreu da decisão, alegando que a medida exporia os servidores a riscos de contaminação pelo novo coronavírus. A Justiça aceitou a argumentação e derrubou a decisão do Executivo.  

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