Minas Gerais Universitária mineira morre na Argentina e família luta pela liberação do corpo

Universitária mineira morre na Argentina e família luta pela liberação do corpo

Parentes e amigos se mobilizaram na internet para arrecadar o valor do translado

Universitária mineira morre na Argentina e família luta pela liberação do corpo

Laís Moreira Martins, de 25 anos, estudava medicina no país vizinho

Laís Moreira Martins, de 25 anos, estudava medicina no país vizinho

Reprodução / Facebook

A família de uma estudante mineira de medicina, que morava na Argentina, está lutando para trazer o corpo da jovem para o Brasil. Laís Moreira Martins, de 25 anos, morreu neste domingo (4), em um hospital do país, após passar mal. Segundo familiares, podem ser necessários até 60 dias para haver a liberação do corpo.

Laís foi levada, neste domingo, para o Hospital Fernandez, em Buenos Aires, apresentando febre alta, sudorese e sede. Ela chegou na unidade sem pulso, apresentando quadro de choque séptico e irritação na pele. De acordo com uma prima da jovem, mesmo após receber o atendimento médico, houve uma piora no estado da paciente e ela sofreu duas paradas cardíacas, morrendo horas depois.

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Ainda assustados com a notícia, parentes e amigos de Laís começaram a se mobilizar na internet para arrecadar o valor do translador do corpo para o Brasil, que custaria entre R$ 25 mil a R$ 30 mil, como relatou a prima Dayane Brownlee, em uma rede social. Na tarde desta terça-feira (6), menos de 24 horas após o início da campanha, Andreia Campanha, mãe da estudante, publicou um agradecimento dos envolvidos, dizendo que a quantia necessária foi alcaçada, mas ainda pedindo ajuda para a liberação do corpo. "Continuamos com os nossos esforços para que a liberação do corpo se dê o mais brevemente possível", relata.

José Giglio Silva, padrasto de Laís, compartilhou com os amigos a dificuldade encotrada em regularizar a situação.

— Não está sendo fácil vencer a luta de conseguir levar nossa Laís de volta. Uma batalha após a outra, um calvário a cada dia, muitos obstáculos a cada órgão público portenho.

De acordo com o relato de Silva, que está na Argentina com Andréia, as autorisdades estão pedindo, aproximadamente, 60 dias para liberar o corpo. Procurado pelo R7, o Ministério das Relações Exteriores, informou que está dando apoio aos familiares de Laís, inclusive no que se refere à expedição de documentos, como a certidão de óbito, junto às autoridades estrangeiras. O Itamaraty também informou que está auxiliando no levantamento de orçamentos junto a funerárias e outras providências relacionadas à agilização do translado do corpo. O Ministério esclareceu, ainda, que não existe previsão orçamentária ou legal para o custeio do translado de corpos de nacionais brasileiros falecidos no exterior.

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