Folha de Pernambuco Alimentos da cesta básica têm diferença elevada, diz Procon

Alimentos da cesta básica têm diferença elevada, diz Procon

Pesquisa realizada pelo Procon Pernambuco aponta para diferença de preços em produtos que integram a cesta básica. O preço médio encontrado da cesta foi de R$ 395,06, representando um aumento de 1,82%

Pesquisa realizada pelo Procon Pernambuco aponta para diferença de preços em produtos que integram a cesta básica. O preço médio encontrado da cesta foi de R$ 395,06, representando um aumento de 1,82%

Pesquisa realizada pelo Procon Pernambuco aponta para diferença de preços em produtos que integram a cesta básica. O preço médio encontrado da cesta foi de R$ 395,06, representando um aumento de 1,82%

Folha de Pernambuco

O preço da cesta básica está mais caro em Pernambuco. Segundo pesquisa realizada pelo Procon Pernambuco, o preço médio da cesta passou de R$ 387,99 para R$ 395,06, representando um aumento de 1,82%, com produtos variando mais de 200%, como a farinha de mandioca. A variação dos itens reforça a importância de pesquisar em mais de um estabelecimento para encontrar o melhor preço.

O produto que mais teve diferença de preço, farinha de mandioca, variou de R$ 1,85 a R$ 6,19, representando uma diferença de 234%. Outro produto que apresentou variação de um estabelecimento para outro foi a cebola, que teve o seu menor preço encontrado por R$ 1,55 e o maior por R$ 3,99, variando 157,42%. Já o alho, foi encontrado de R$ 17,90 a R$ 44, uma variação de 145,81%. Além destes, entre os meses de janeiro e fevereiro cerca de 20 produtos apresentaram variação de preços, entre eles, charque de segunda, macarrão, cebola e alho.

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Na Região Metropolitana do Recife, a cesta básica mais cara foi encontrada em Goiana, que subiu de R$ 398,37 para R$ 407,35. O produto mais em conta foi encontrado em Caruaru e Vitória de Santo Antão, com preço de R$ 374,03 e R$ 353,19, respectivamente.

A cesta básica em Pernambuco representa ainda um forte impacto no salário mínimo. Segundo o órgão, a cesta influencia 37,80%, e de acordo com o gerente de atendimento do Procon-PE, Pedro Cavalcanti, é importante que pesquisas sejam feitas para que o melhor preço seja encontrado e não impacte tanto no orçamento do consumidor.

“Nós sabemos do impacto que reflete no orçamento familiar, cesta básica é literalmente o básico, os itens sem supérfluos. Com a dificuldade no dia a dia, por vezes, o consumidor vai em um único estabelecimento. O que orientamos é que ele faça uma pesquisa prévia de preços, ir munido de papel e caneta para pegar as informações, de cada produto, além de buscar até três mercados diferentes, vai demandar tempo, mas economicamente vai ser melhor”, disse.

O órgão de defesa do consumidor passou por 54 estabelecimentos de cidades como Recife, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Paulista, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Caruaru, Vitória de Santo Antão e Goiana. Para ter acesso a pesquisa, o consumidor pode acessar o site da Secretaria de Justiça de Direitos Humanos, o www.sjdh.pe.gov.br.

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