Botafogo encaminha acerto com Warley

Carlos Montenegro, membro do comitê executivo de futebol do clube carioca, destacou relação com o Santa, que manterá 40% dos direitos econômicos

Carlos Montenegro, membro do comitê executivo de futebol do clube carioca, destacou relação com o Santa, que manterá 40% dos direitos econômicos

Carlos Montenegro, membro do comitê executivo de futebol do clube carioca, destacou relação com o Santa, que manterá 40% dos direitos econômicos

Folha de Pernambuco

A trajetória de Warley no Santa Cruz está perto do fim. Revelado no Arruda, o lateral-direito tem a saída encaminhada para o Botafogo. Carlos Montenegro, membro do comitê executivo de futebol do Alvinegro, confirmou em entrevista coletiva, nesta quinta-feira, que a definição está próxima, faltando a assinatura do contrato. De acordo com Montenegro, a Cobra Coral “é um clube parceiro” e ficará com 40% dos direitos econômicos do atleta. Além disso, os tricolores encerram a disputa judicial que se arrasta há quase duas semanas com o jovem.

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“Warley está vindo de Recife, tomara que não venha de jegue e não demore para chegar aqui. Independente do empresário do jogador, o Warley, na hora que assinar o contrato, o Santa Cruz terá participação dele, algo em torno de 40%. É um clube parceiro”, afirmou o dirigente. A boa relação entre os clubes, que se estende desde a negociação do meia João Paulo, deve proporcionar a ida de alguns jogadores para Recife. “Talvez alguns jogadores nossos estejam indo para lá para ajudar, uns atletas que Valentim não utiliza. É paz”, pontuou. Montenegro ainda descartou que Warley irá permanecer na Capital pernambucana em caso da vitória do Santa na Justiça.

Oriundo da base tricolor, ele foi emprestado ao CSA na temporada passada. Lá, mostrou desenvoltura na Série A e atraiu interesse dos alagoanos e do próprio Botafogo. Warley se reapresentou no CT Ninho das Cobras após as férias com um dia de antecedência. No dia seguinte, 7 de janeiro, o lateral acionou o tricolor na Justiça alegando atraso de salários e depósitos fundiários. O valor da causa ultrapassa os R$ 100 mil e o profissional solicitou rescisão contratual imediata. No dia 13, conseguiu uma liminar para se desligar do Santa.