Folha de Pernambuco Confira o movimento nas praias e parques após a prorrogação do decreto de fechamento

Confira o movimento nas praias e parques após a prorrogação do decreto de fechamento

Na orla de Boa Viagem o movimento continua intenso; a polícia fiscaliza alguns pontos

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Na orla de Boa Viagem o movimento continua intenso; a polícia fiscaliza alguns pontos

Na orla de Boa Viagem o movimento continua intenso; a polícia fiscaliza alguns pontos

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No primeiro dia após a prorrogação do decreto que determina o fechamento de parques e praias em Pernambuco, o movimento na orla de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, continua. Na manhã desta terça-feira (7), há poucas pessoas caminhando no calçadão. No entanto, muita gente passou a ocupar a calçada do outro lado da avenida. O bairro lidera a lista de localidades com o maior número de casos de Covid-19 no município.

Em alguns pontos, como em frente ao Parque Dona Lindu, a presença da Polícia Militar inibiu a população de caminhar na orla. Mas, em outros locais, a Folha de Pernambuco encontrou algumas pessoas circulando no calçadão e até na faixa de areia. Nas proximidades do Posto 5, uma mulher aproveitou a falta de movimento para tomar um banho de mar. A mulher, de máscara e biquíni, foi logo abordada por um guarda do Corpo de Bombeiros. Ela ainda resistiu à recomendação do salva-vidas e acabou sendo retirada por cinco policiais de motopatrulhamento.


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No calçadão, havia quem não soubesse do fechamento da pista de caminhada. "Eu tinha visto que a praia foi interditada no fim de semana. Não sabia que tinha prorrogado [o decreto]. Agora não venho mais", disse a professora Lídia Vasti, 37 anos, que havia descido para praticar atividade física com uma amiga. "Estou cumprindo a quarentena, só vou ao supermercado, compro o que preciso e volto para casa. Aqui é uma necessidade minha de fazer exercícios", afirmou.

No outro lado da avenida Boa Viagem, a movimentação era maior, inclusive de idosos, que fazem parte do grupo de risco do coronavírus. A aposentada Fátima Simões, 65, diz que procura manter a máxima distância possível das outras pessoas. "Eu sou hipertensa e quero caminhar para melhorar. Só venho de manhã, volto para casa e fico. Só ando com o meu marido porque moramos na mesma casa", contou.

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