Folha de Pernambuco Fundaj firma acordo com com setor sucroalcooleiro

Fundaj firma acordo com com setor sucroalcooleiro

Presidente Antônio Campos firmou os acordos com representantes do setor. Entre eles, o presidente do Grupo EQM, Eduardo Monteiro. No encontro foram firmados acordos nas áreas de educação, cultura e pesquisa

Presidente Antônio Campos firmou os acordos com representantes do setor. Entre eles, o presidente do Grupo EQM, Eduardo Monteiro. No encontro foram firmados acordos nas áreas de educação, cultura e pesquisa

Presidente Antônio Campos firmou os acordos com representantes do setor. Entre eles, o presidente do Grupo EQM, Eduardo Monteiro. No encontro foram firmados acordos nas áreas de educação, cultura e pesquisa

Presidente Antônio Campos firmou os acordos com representantes do setor. Entre eles, o presidente do Grupo EQM, Eduardo Monteiro. No encontro foram firmados acordos nas áreas de educação, cultura e pesquisa

Folha de Pernambuco

A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) firmou parcerias com o setor da agroenergia. O presidente da Fundaj, Antônio Campos esteve reunido nesta quarta-feira com representantes do setor, e definiram cooperações na área da pesquisa, educação, cultura e contribuição para formação dos trabalhadores do setor.

No acordo, estão avaliações do impacto das políticas públicas voltadas para o setor sucroalcooleiro, como a equalização, subvenção à cana e venda direta, além de estudos referentes à questão social. Outros pontos que serão abordados estão a contribuição com cursos para qualificação dos que trabalham no setor, nas áreas de gestão e economia.

Estiveram no encontro, o presidente do Grupo EQM, Eduardo Monteiro, além do presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), Renato Cunha, o Presidente do Sindicato dos Cultivadores de Cana-de-açúcar de Pernambuco (Sindicape), Gerson Carneiro Leão, e os empresários Armando Pontes e Luiz Antônio de Andrade Bezerra.

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Para o presidente da Fundaj, Antônio Campos, a parceria tem o objetivo de estimular o desenvolvimento desse setor produtivo. “Estamos abrindo uma cena nova de contribuição com o setor produtivo, com o setor cultural, cinema, museologia, pesquisa, educação, estamos convocando o porto digital para abrir um diálogo, com o polo automotivo, com esses setores produtivos, porque essa casa em pesquisa, informação, em memória de literatura ou preservação pode dar uma contribuição ao setor”, disse.

Campos destaca ainda que esse acordo faz parte da missão da Fundação de contribuir de contribuir com o desenvolvimento da região. “É missão dessa casa fazer isso, e recebo com alegria a visita do Sindaçucar, e de expressões importantes do setor sucroalcooleiro, que vieram à Fundação, que está contribuindo com um novo Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), e grande foco também na internacionalização e no dialogo internacional”, destacou o presidente da Fundaj.

Para o presidente do Sindaçúcar-PE, Renato Cunha, o encontro é positivo e importante para estreitar o relacionamento das partes, principalmente de um setor que evoluiu ao longo dos anos. “É uma satisfação, a gente inicia uma aproximação mais contínua com a Fundaj. O nosso presente aqui remete ao passado da história de Pernambuco e se conseguirá a quatro mãos tentar algumas evoluções para edificar um pouco mais num setor que era somente açucareiro, depois evoluindo para sucroalcooleiro, depois sucroenergético, e hoje um setor que privilegia a base primária da cana que é a água e energia”, disse.

Renato Cunha conta ainda que algumas áreas do setor podem ser desenvolvidas devido às pesquisas, estimulando a competitividade do setor. “Temos muita contribuição a receber, e também a dar um pouco, em várias áreas, não só no aprimoramento das pesquisas e políticas públicas em favor da competitividade do nordeste. Também está na pauta a inovação, o aproveitamento dos recursos hídricos, da segurança hídrica, e, sobretudo as pautas de irrigação, que fazem com que os canaviais tenham mais produtividade e mais longevidade”, destacou Cunha.

Na área de cultura, a Fundação pode abrir as portas para edições de livros através da Editora Massangana. Além disso, atuando no restauro de acervo bibliográfico e/ou artístico que preservam a memória do setor e, a Massagana Multímidia, atuar na produção de documentários.