Moderno, Museu de Comunicações e Humanidades é inaugurado no Rio de Janeiro

O museu reúne experiências personalizadas para cada visitante e novas plataformas de conteúdo e interação

O museu reúne experiências personalizadas para cada visitante e novas plataformas de conteúdo e interação

O museu reúne experiências personalizadas para cada visitante e novas plataformas de conteúdo e interação

Folha de Pernambuco

Os tempos na comunicação podem ser outros, com o celular na palma da mão. Mas para chegar até aqui, foi necessário o desenvolvimento de diversos e diversos aparelhos. Assim como a evolução e repaginação, o Museu das Comunicações, no Rio de Janeiro, também passou por mudanças. Reinaugurado como Museu das Comunicações e Humanidades (MUSEHUM) – nesta terça-feira (21), o projeto do Oi Futuro une itens históricos da comunicação no Brasil com novidades tecnológicas.

Com investimento de R$ 3 milhões, oriundos de recurso público, o museu coleciona experiências personalizadas para cada visitante e novas plataformas de conteúdo e interação, utilizando tecnologias como realidade virtual, grandes telas sensíveis ao toque, fotografia digital, celular, game e outros. O projeto tem apoio do Ministério da Cidadania, do Governo Federal, através da lei de incentivo à cultura.

O MUSEHUM é uma evolução do Museu das Telecomunicações, que depois de 13 anos em atividade reabre com um novo posicionamento, uma nova identidade e reestruturação física e tecnológica de suas instalações.

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"Este é um espaço para colocar a centralidade nas pessoas, sendo muito mais dinâmico. Antes era tudo muito centrado no telefone, no aparelho, que passou para as telecomunicações e isso foi superado. Hoje, as pessoas que são protagonistas da comunicação", comentou a presidente do Oi Futuro, Suzana Santos.

A repaginação do museu nasceu de um planejamento geral do Oi Futuro, em 2016. Além das reformas estruturais, a identidade visual e visão de futuro foram revisitadas. "Mudamos tudo, não somente temos novas atrações, mas a marca, o nome também", diz Roberto Guimarães, gerente executivo de Cultura do Oi Futuro.

A conectividade pode ser conferida desde o primeiro espaço, na entrada, com uma "super selfie", ajustando enquadramentos de uma foto tirada e projetando em uma tela enorme.

No espaço próprio do museu, de portas abertas, mais de 500 itens analógicos que remontam à história da comunicação no Brasil e mais uma série de interações tecnológicas expõem a experiência, do passado e também dos dias atuais.

É o caso da Oi na Estação Antártica, recentemente reinaugurada e que também conta com tecnologias de ponta nas comunicações. O projeto e cenas do funcionamento podem ser vistos no painel principal. O presente e futuro também contrastam com réplicas do Telefone de mesa a magneto de D. Pedro II (1977) e um arquivo rotativo da primeira metade do século XX.

Entre as interações, postos de realidade virtual (VR) conectando vídeo e áudio além de conectividade com o portal do Oi Futuro, que dá acesso a vídeos e mais conteúdos explicativos sobre os itens do museu. “Os museus estão incorporando elementos tecnológicos não só como objeto, mas como meio de apresentar. Por isso, para o MUSEHUM, ouvimos pessoas que vão e também que não vão ao museu”, fala a gerente executiva de educação do Oi Futuro, Carla Uller.

Expansão
Apesar da quantidade do acervo e da vontade de levar os itens para mais lugares, a expansão da mostra para outros estados ainda deve demorar. “Podemos utilizar uma plataforma ainda sem os objetos físicos, mas replicar em outras capitais é complicado por conta dos custos”, disse Suzana. A novidade chega em um momento de reposicionamento da Oi, já que a empresa passa pelo processo de recuperação judicial desde o ano de 2016.