Mulher morre ao cair no fosso de elevador no bairro das Graças

A queda aconteceu no fim da manhã desta sexta-feira (28)

A queda aconteceu no fim da manhã desta sexta-feira (28)

A queda aconteceu no fim da manhã desta sexta-feira (28)

Folha de Pernambuco

Uma mulher de 58 anos morreu após cair no fosso do elevador do edifício residencial 12 de Outubro, do bloco A, localizado na rua de mesmo nome, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife. A queda, que foi do sexto andar do prédio, aconteceu no fim da manhã desta sexta-feira (28). Duas viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas às 12h25, e o Instituto de Medicina Legal (IML) foi chamado para remover o corpo de Jaqueline Almeida. 

De acordo com o perito Vinicius Nogueira, responsável pela averiguação do acidente, a moradora caiu entre uma passagem lateral do elevador até o fosso. "Ela caiu do sexto andar enquanto o elevador estava no quinto. Mesmo assim, o elevador abriu a porta no sexto. A queda foi em cima do elevador e, de lá, ela foi caindo até o fosso pela lateral", contou. Ainda segundo a perícia, a vítima morreu na hora.

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Na perícia,  foram retiradas algumas peças do elevador para o estudo do caso. O laudo pericial tem o prazo de trinta dias para ficar pronto. “Fizemos uma simulação, botamos para funcionar. Já a parte técnica, será no laboratório, com a análise das peças”, disse. Todo o problema ocorreu na porta, segundo o perito, e a análise vai se basear no motivo de a porta abrir sem estar nivelada com o elevador no andar. A recomendação dada aos moradores do prédio é que eles não deverão usar o aparelho até uma manutenção preventiva.

Jaqueline era aposentada e tinha ido visitar a mãe, que mora no bloco vizinho ao dela. No momento em que estava voltando para o apartamento, onde morava sozinha com três cachorros, ao pedir o elevador, o acidente aconteceu. Segundo uma vizinha, a aposentada tinha problemas na visão e, no momento da queda, estava sozinha.

A vizinha de apartamento da vítima Inaê Brito, 20, ficou impactada com a situação e disse que recebeu a notícia por mensagem. “Quando eu vim saber o que estava acontecendo já tinha polícia, bombeiro”, disse. “A gente se via sempre no corredor, dava Bom dia, Boa tarde e sempre falávamos coisas corriqueiras”, contou.