China

André Azeredo Energia: precisamos de investimento e mais incentivo

Energia: precisamos de investimento e mais incentivo

Estação de energia em formato de panda, na China

Estação de energia em formato de panda, na China

Reprodução

Até em razão da mão de obra bem mais barata e da ausência de tantas regulações e entraves, a construção da infraestrutura chinesa avança a passa a passos bem mais ligeiros que o resto do mundo.

Sem contar a grana alta que eles arrecadam com o capitalismo de estado. Mas isso é só uma contextualização.

Quando vi pela primeira vez a estação de energia solar em formato de Panda achei incrível.

Além de ser uma criatividade ímpar, a estação no Norte da China nos mostra que o investimento em energia limpa é urgente. Lembre-se que os chineses são os campeões de poluição, uma vez que são os que mais fabricam coisas.

A energia solar significa, em 25 anos, a redução da queima de UM milhão de toneladas de carvão.

É o que estamos aqui no Brasil. Como está chovendo pouco no sudeste e no centro-oeste, precisamos trazer a energia gerada no norte em hidrelétricas e parques eólicos.

Só que faltam linhas de transmissão. Falta investir mais nisso para que a eletricidade gerada na parte de cima do Brasil seja mandada para baixo (sim, se transporta energia).

Por isso as termoelétricas, movidas a carvão, voltaram a funcionar para espantar o fantasma do apagão.

Que este exemplo chinês nos incentive a começar a tratar infraestrutura e meio ambiente de forma mais séria e responsável. Com planejamento para que depois não sobrem justificativas e falte ação.

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