Vamos ter uma conversa?

O Conversa de Repórter quer trazer um pouco da adrenalina que não cabe nos minutos cronometrados de uma reportagem de TV 

Antes de me posicionar em frente às câmeras, existem alguns detalhes por trás delas. É sobre isso que vamos conversar.

Antes de me posicionar em frente às câmeras, existem alguns detalhes por trás delas. É sobre isso que vamos conversar.

Zé Paulo

Minha mãe conta que quando eu era pequeno o que ela mais ouvia nas reuniões de escola era: “o Lucas é um bom aluno, mas gosta de conversar”. E erradas as professoras não estavam. Eu gostava mesmo. Não por acaso, virei jornalista e, hoje, sou repórter.

E se tem uma coisa que eu gosto de fazer, além do meu trabalho, é falar sobre ele. Então, a partir de hoje, eu começo aqui no R7.com um projeto que vai me deixar à vontade pra conversar mais sobre o que eu faço todos os dias. O Conversa de Repórter quer trazer um pouco da adrenalina que não cabe nos minutos cronometrados de uma reportagem de TV.

Aqui, pretendo contar detalhes de algumas histórias que pude narrar ao longo de uma década de carreira, sobretudo, nesses últimos anos em que iniciei uma intensa preparação pra deixar o interior e chegar a São Paulo, que sempre foi meu sonho.

Imagine que estamos num happy hour ou, sei lá, tomando um café, contando casos e acasos. É nessa vibe, menos formal, que quero compartilhar situações curiosas, divertidas, tensas e emocionantes que envolvem o dia a dia da reportagem na rua.

Diz a expressão popular que conversa de pescador vem sempre com mentira exagerada. Aqui, prometo que a conversa de repórter virá repleta de verdades, mas com um tom menos engravatado. Seja por meio de textos escritos ou vídeos de bastidores, quero estar, também, no seu computador, notebook, tablet ou celular toda quinta-feira com um papo diferente. Pra te contar, em off, tudo o que ocorre nos bastidores da notícia.

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