Coronavírus

As armas brasileiras contra o vírus

Uso de diferentes medicamentos é estudado para tratamento contra a covid-19; entre eles estão nitazoxanida, irvermectina e hidroxicloroquina

Uso de medicamentos deve ser acompanhado por especialistas

Uso de medicamentos deve ser acompanhado por especialistas

Divulgação

A arma secreta que o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, vem preparando contra o corona atende pelo nome de Anita. Ou, nitazoxanida, um medicamento para tratar verminoses e gastroenterites virais. Estudos em laboratório indicaram que ele é muito eficiente para evitar a multiplicação do vírus; agora, testes foram autorizados para humanos. Trata-se de substância que causa efeitos colaterais leves, como mal estar, dores abdominais, vômitos e diarreias. É por isso que sai na frente como uma possibilidade do controle da doença em nosso país. Tanto o Anita quanto outros remédios provenientes da mesma substância, agora só podem ser comprados com receita, pois, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou às farmácias de todo o país segurar os estoques que poderão ser confiscados pelo governo brevemente.

Mas, há outro vermífugo, cuja substância é a irvermectina, que também pode ser usado, considerando que já existe um estudo bem sucedido na Austrália com 1.500 pacientes. Este tem longa história de uso veterinário – com o nome de Ivomec, para matar carrapatos, piolhos e pulgas – e, de uns anos para cá, também é prescrito para humanos, a fim de combater os vermes.

Há, ainda a janela para o uso a hidroxicloroquina, que é defendida pelos presidentes do Brasil e dos Estados Unidos, já tem sido usada nos hospitais, mas, por ter efeitos colaterais graves, só pode ser ministrada por médicos, que imediatamente começam a acompanhar as consequências.

Por fora, corre o antibiótico azitromicina, que impede a entrada do vírus nas células.

Então, hoje, em teleconferência com 48 médicos selecionados em todo o país, o ministro Marcos Pontes discutiu a importância dos testes e deixou escapar que haverá possibilidades de se usar cada um dos remédios dependendo da situação. Assim, quando a pessoa estiver manifestando o início da doença, poderá receber, já no posto de saúde um dos vermífugos, para impedir a proliferação do vírus. Quando no hospital, em situação que exigir cuidados especiais, o médico entra com a cloroquina. E, em todas essas fases, quando o médico considerar conveniente, acrescenta a azitromicina, que impede a entrada do vírus nas células.

Claro que são estudos, mas, considerando a urgência pode ser que em 15 dias o Brasil tenha novas frentes de combate ao vírus e possa respirar aliviado, liberando as pessoas do isolamento. Queira Deus que tenhamos sucesso.

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