R7 Planalto Após caso do menino torturado, Damares Alves visita prefeito

Após caso do menino torturado, Damares Alves visita prefeito

Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos sugeriu ampliação das unidades do Conselho Tutelar em Campinas

  • R7 Planalto | Plínio Aguiar, do R7 em São Paulo

Na imagem, Dário Saadi e Damares Alves

Na imagem, Dário Saadi e Damares Alves

Divulgação Prefeitura de Campinas / 08.02.2021

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, visitou o prefeito de Campinas, Dário Saadi (Republicanos), nesta segunda-feira (8) para tratar do caso do menino de 11 anos que foi encontrado acorrentado, nu, dentro de um barril, na cidade paulista.

No encontro, Damares sugeriu a ampliação das unidades do Conselho Tutelar na cidade e a importância de disponibilizar recursos, do Ministério e por meio de emendas parlamentares, para equipar os grupos.

Ao todo, o município possui cinco conselhos que trabalham na proteção dos direitos às crianças e adolescentes. Cada conselho atua numa região da cidade: Leste, Sul, Sudoeste, Noroeste e Norte.

"“Reconhecemos a rede de proteção de Campinas, uma das melhores do país, e referência para o Brasil. O momento não é o de desqualificar e desconstruir o trabalho do conselho tutelar e de outros setores da rede de proteção e sim fortalecer ainda mais. Se houve algum problema, isso será resolvido”, afirmou a ministra.

“O mais importante, neste momento, é a necessidade de reorganizar e redistribuir o atendimento dos Conselhos, que atualmente é por região. Estamos avaliando a situação de vulnerabilidade social nas regiões para estabelecer a melhor divisão territorial para cada Conselho Tutelar”, disse o prefeito de Campinas.

Caso
O menino foi encontrado acorrentado, nu, dentro de um barril no último sábado (30), no Jardim das Andorinhas. De lá, seguiu para internação no Hospital Municipal Mário Gatti para tratamento com soro e alimentação gradativa. Na última quinta-feira (4), recebeu alta médica. Agora, a criança vai receber atendimento social e psicológico e ficar em um abrigo municipal - a guarda ainda não foi definida.

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