R7 Planalto Após prisão, Sara Giromini abaixa tom, mas diz que não se arrepende

Após prisão, Sara Giromini abaixa tom, mas diz que não se arrepende

Militante de extrema-direita foi presa sob a suspeita de captar recursos para a realização de atos antidemocráticos contra Congresso e STF

  • R7 Planalto | Plínio Aguiar, do R7

Na imagem, a militante de extrema-direita Sara Giromini

Na imagem, a militante de extrema-direita Sara Giromini

Frederico Brasil/Futura Press/Estadão Conteúdo - 28.5.2020

Após ter sido presa no inquérito que investiga atos contra o Congresso Nacional e o STF (Supremo Tribunal Federal), a militante de extrema-direita Sara Giromini abaixou o tom em vídeo publicado nas redes sociais, mas diz que não se arrepende.

“Foram 10 dias de uma prisão arbitrária e eu ainda não sei o motivo. Talvez eu nunca saiba”, diz Giromini. A explicação dada para sua prisão é de que a extremista é suspeita de captar recursos para os atos antidemocráticos.

Leia mais: Moraes autoriza que Sara Winter deixe a prisão com tornozeleira 

Giromini estava presa desde o dia 15 e, nesta quarta-feira (24), deixou a prisão após decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes. A extremista, no entanto, é monitorada com tornozeleira eletrônica.

“Sim, estou usando tornozeleira eletrônica como se fosse um bandido que representasse qualquer perigo a segurança nacional verdadeiramente”, disse no vídeo.

Veja também: Investigação mira 'vaquinha' de R$ 80 mil para grupo de Sara Winter

A militante abaixou o tom se comparado ao último vídeo publicado por ela antes de ser presa, em que ameaçou o ministro Alexandre de Moraes.

Giromini diz que sofreu ameaças de morte em presídio, mas não se arrepende. "Eu não me arrependo. Pelo meu país, eu faria o que fosse, dentro da legalidade, claro", acrescenta.

Últimas