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Fachin pauta recurso sobre delação de Cabral que cita Dias Toffoli 

Acordo do ex-governador do Rio de Janeiro acusa ministro do STF de receber R$ 4 milhões. Magistrado nega e refuta acusação

R7 Planalto|Plínio Aguiar, do R7

Na imagem, ministro Edson Fachin (STF)
Na imagem, ministro Edson Fachin (STF) Na imagem, ministro Edson Fachin (STF)

O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), pautou para o dia 21 a análise do recurso feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre a validade da delação premiada do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral.

A PGR entrou com recurso em 11 de fevereiro, pediu para que o acordo fosse invalidado e requereu, ainda, que, caso seja mantido, não afete as prisões preventivas decretadas contra Cabral. O ex-governador está preso desde novembro de 2016 e fora condenado em mais de 13 ações penais, que somadas ultrapassam 280 anos de reclusão.

Entre outras informações, o acordo de delação premiada do ex-governador acusa o ministro Dias Toffoli de ter recebido R$ 4 milhões para favorecer dois ex-prefeitos da capital carioca em processos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Nesta terça-feira (11), a PF (Polícia Federal) pediu abertura de inquérito contra o magistrado.

Fachin pautou o plenário da Suprema Corte para analisar o recurso feito pela PGR entre os dias 21 a 28 de maio. Os demais ministros, portanto, têm esse período para depositar seus respectivos votos.

Em nota, Toffoli afirmou não ter conhecimento dos fatos mencionados e disse que jamais recebeu os supostos valores ilegais. O ministro refutou também a possibilidade de ter atuado para favorecer qualquer pessoa no exercício de suas funções.

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