CPI da Covid

R7 Planalto Lewandowski dá 5 dias para CPI se manifestar sobre oitiva de Barros

Lewandowski dá 5 dias para CPI se manifestar sobre oitiva de Barros

Líder do governo entrou na mira da comissão após ser implicado por Jair Bolsonaro nas supostas irregularidades da Covaxin

  • R7 Planalto | Clébio Cavagnolle, da Record TV, e Plínio Aguiar, do R7

Na imagem, deputado Ricardo Barros (PP-PR)

Na imagem, deputado Ricardo Barros (PP-PR)

Alan Santos/PR - 07.04.2021

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta segunda-feira (5) que a CPI da Covid do Senado Federal se manifeste, no prazo de cinco dias, sobre o adiamento do depoimento do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR).

A defesa de Barros, que atua como líder do governo na Câmara dos Deputados, acionou o STF com um mandado de segurança em que solicita que seja mantida a data original de sua oitiva.

O depoimento estava previsto para o dia 8, mas foi desmarcado pela comissão e não há, até o momento, data para sua realização. Barros afirmou que está sendo "impedido de exercer ampla defesa" por "abuso de poder" da comissão que, de acordo com ele, ataca sua honra de forma indevida. 

O líder do governo na Câmara entrou na mira da CPI após o deputado Luis Miranda (DEM-DF) afirmar que o parlamentar foi apontado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como o responsável por irregularidades na compra da vacina indiana contra a covid-19 Covaxin. Na ocasião, Miranda disse que a citação contra Barros teria ocorrido durante sua conversa com o chefe do Executivo, em que teria falado ao presidente sobre as suspeitas do contrato, ao custo de R$ 1,6 bilhão por 20 milhões de doses.

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