R7 Planalto Medida Provisória do Auxílio Brasil deve ser votada nesta quarta-feira com valor de R$ 400

Medida Provisória do Auxílio Brasil deve ser votada nesta quarta-feira com valor de R$ 400

MP estava na pauta desta terça-feira e perde a validade em 16 de maio; há acordo para não elevar o valor para R$ 600

  • R7 Planalto | Mariana Londres, de Brasília

Presidente Arthur Lira (PP-AL) defendeu que valor de R$ 400 é o responsável por haver previsão orçamentária

Presidente Arthur Lira (PP-AL) defendeu que valor de R$ 400 é o responsável por haver previsão orçamentária

Cleia Viana/Câmara dos Deputados - 09.09.2021

Os líderes da Câmara dos Deputados fecharam acordo para analisar a MP do Auxílio Brasil, que está na pauta do plenário desta terça-feira (26), mas deve ser votada apenas na quarta-feira (27). Nesta terça, o ex-ministro da Cidadania e deputado federal João Roma (PL-BA) foi designado relator do texto, mas ainda não apresentou o relatório. 

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sinalizou que o risco de um benefício de R$ 600 ser aprovado foi afastado. Para Lira, o valor já foi majorado em relação ao Bolsa Família. 

"O valor é responsável e é bastante díspare do Bolsa Família. Tínhamos valor médio de R$ 70 a R$ 80 de piso de R$ 175 a R$ 180 de teto. O Auxílio Brasil vem com R$ 406 de piso e R$ 852 de teto e acho que já é um esforço muito grande do governo. Além do que zeraram as filas, e ainda há demanda para entrar no programa. Então hoje são quase R$ 9 bilhões na economia da população. Pode não ser suficiente, mas é muito superior ao que existia e a Câmara precisa discutir esse assunto com muita responsabilidade."

A medida entrou na pauta do plenário da Câmara há algumas semanas e tem prazo de vigência até 16 de maio. O governo se articulou para evitar a análise até agora pelo risco que havia mapeado de aprovação de um aumento do benefício dos atuais R$ 400 para R$ 600. O governo é contra a elevação por não haver recursos no Orçamento. 

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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