R7 Planalto Ministério da Justiça bate recorde com apreensões nas fronteiras

Ministério da Justiça bate recorde com apreensões nas fronteiras

Foram 178 toneladas de drogas apreendidas, de abril do ano passado ao mesmo mês deste ano, em países como a Colômbia, Bolívia e Paraguai

Ministério da Justiça bate recorde com apreensões nas fronteiras

Ministério da Justiça bate recorde com apreensões nas fronteiras

Reprodução Ministério da Justiça e Segurança Pública

O Ministério da Justiça e Segurança Pública bateu recorde de apreensões nas fronteiras com o Brasil com 178 toneladas de drogas apreendidas. O total é referente ao período de abril do ano passado ao mesmo mês deste ano.

Dados apontam que a maconha aparece em primeiro lugar: 165 toneladas. Seguida de cocaína, com quatro toneladas; crack, com 301 kg e, por último, óxi, 5,32 kg.

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As apreensões ocorreram nas fronteiras do Brasil com a Colômbia, Bolívia e Paraguai e fazem parte do programa Vigia, cujo objetivo é a cooperação entre forças de segurança municipais, estaduais e federais.

O ministério também informa que foram apreendidas 55 toneladas de maços de cigarros, além de 105 toneladas de agrotóxico – desses, quase metade é carga roubada. As principais apreensões ocorreram nos Estados do Tocantins, Mato Grosso, Paraná, Goiás e Mato Grosso do Sul.

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Ao longo de um ano, o programa também apreendeu 22 aeronaves, 354 carros, 148 embarcações, 27 ônibus, 246 caminhões, 131 caminhonetes, 147 motos, 594 utilitários, 24 vans e um micro-ônibus. Durante o período, 2.135 pessoas foram presas.

“Digamos que o (programa) Vigia é uma plataforma de lego que você encaixa as peças, e essas peças seriam as agências e instituições. Nós coordenamos todas as ações e assim conseguimos atuar de forma mais efetiva. Antes, cada instituição trabalhava sozinha, com suas limitações e recursos próprios. Dessa forma, unindo tudo isso, nós conseguimos um resultado exponencial”, disse Eduardo Bettini, coordenador-geral de Fronteiras da Seopi (Secretaria de Operações Integradas).

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O ministério estima, com as apreensões e prisões, que o prejuízo estimado aos criminosos seja de R$ 850 milhões. Já o dano aos cofres públicos, em relação aos cigarros contrabandeados, foi de R$ 287 milhões.

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