R7 Planalto Mourão: "Não trabalhamos com hipótese da volta a 29 pastas"

Mourão: "Não trabalhamos com hipótese da volta a 29 pastas"

Presidente em exercício disse que governo não trabalha com a hipótese da MP da reforma administrativa não ser votada e perder a validade 

  • R7 Planalto | Mariana Londres, de Brasília

Mourão diz que investida da oposição venezuelana parte para 'tudo ou nada'

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Jornal Opção

O governo não trabalha com a hipótese de a medida provisória 870 (MP 870) não ser votada no Congresso Nacional até 3 de junho, data em que perde a validade. A informação é do presidente em exercício Hamilton Mourão, que conversou com alguns jornalistas antes de embarcar nesta quinta-feira (16) para a China, com paradas no Líbano na ida e na Itália na volta. 

A votação da MP 870, medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em 1º de janeiro e que mudou o desenho da Esplanada dos Ministérios, também chamada de MP da reforma administrativa,  foi suspensa na semana passada após uma questão de ordem em plenário. O assunto ainda não voltou a ser discutido e o prazo para votação termina em pouco mais de duas semanas. Caso perca a validade, a Esplanada voltaria ao desenho do governo Temer, com 29 ministérios. 

— A gente nem sabe se são 29, pode até voltar para os 39, mas essa hipótese nós consideramos que não vai acontecer.

Após entregar a presidência para Rodrigo Maia, Mourão embarcou para a China. Explicou que fará uma escala no Líbano na ida, onde o Brasil tem uma Força de Paz, e terá um conversa com o presidente Michel Aoun. Na volta, a escala será em Florença, na Itália, onde o vice participa das comemações anuais da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, em Pistoia e Monte Castelo, próximas a Florença. 

— É importante lembrar que este ano são 75 anos da Força Expedicionária Brasileira, então vamos prestar essa homenagem em Pistoia e Monte Castelo. Meu pai era capitão na época da Guerra.

Na China, Mourão irá participar da Cosban (Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação) e será recebido pelo presidente chinês Xi Jinping, a quem irá entregar uma carta do presidente Jair Bolsonaro. O Brasil quer fortalecer o comércio internacional com a China em um momento em que o país está em disputa com os Estados Unidos. 

— Vou entregar uma carta do presidente Bolsonaro, com uma mensagem política e de amizade entre os dois povos, demonstrando o nosso esforço para continuar essa parceria que a gente tem.

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